sábado, agosto 12, 2017

Foto de Thales Antonio do grupo de teatro 702

Elenco, produtor executivo e fotografo e direção da peça INFERNO DAS HORAS em setembro dia 08 estreia no teatro Molière
foto de Thales Antonio
da direita para esquerda
Felipe Lima - Produtor executivo
Debora - Atriz
Queisy - Atriz
Cida - Atriz
Ronaldo - Ator e diretor
Rita - Atriz
Sara Lima - Atriz
Thales - Fotografo
E sentado Vick Nifertiti - Ator


INFERNO DAS HORAS

Convidamos você para assistir ao espetáculo INFERNO DAS HORAS do GRUPO DE TEATRO 702 que fará apresentação, no Teatro Moliére (Avenida Sete de Setembro, nº401 – ladeira da barra – corredor da vitória), de 8 a 30 de setembro (sextas e sábados), às 20h, texto de Fernando Pessoa e Jean Sartre Paul e direção e adaptação Ronaldo Braga.


VAMOS AO TEATRO! AGUARDAMOS VOCÊ!



ESPETÁCULO: INFERNO DAS HORAS
DATAS: 8 a 30 de setembro – Sextas e Sábados   HORA: 20h
LOCAL. Teatro Moliére – Aliança Francesa (Avenida Sete de Setembro, N 401, ladeira da barra)
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 80 minutos
CUSTO: Meia: R$ 15,00 e Inteira: R$ 30,00
DIREÇÃO: Ronaldo Braga
TEXTO: Fernando Pessoa, Jean Sartre Paul e Ronaldo Braga

SINOPSE

Uma adaptação feita por Ronaldo Braga dos textos Entre Quatro Paredes, de Jean Paul Sartre, O Marinheiro, de Fernando Pessoa e O Livro Bíblico de Jó.
Inferno das horas é a afirmação da vida com tudo de perigoso que há no complexo existir e desnuda angustias que, muitas vezes, resultam de razões que antecedem a própria existência. É o retrato da crueldade, não dos personagens, mas da vida, que nesta peça revela-se de forma crua e não religiosa, realçando uma realidade de fluxos e cortes onde a liberdade é a verdadeira busca. Com um desenrolar dividido em três realidades distintas, a peça Inferno das horas coloca os personagens de frente com sua própria existência, a cada cena os personagens percebem que, antes julgar ou ser julgado, condenar ou ser condenado pelo outro, é necessário confronto consigo mesmo, assumir seus erros e enfrentar estes cinzentos escombros, onde feridas não cicatrizadas ameaçam suas frágeis existências.
Superar uma vida de desprezo pelo outro é a única porta em busca do próprio perdão, uma vez que, a rigor, suas almas angustiadas não aceitam mais o acúmulo de culpas e simulacros: a vida pertence aos que se assumem.
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