domingo, dezembro 31, 2017

AUSÊNCIAS


 
Au sên cias.
Desde criança. Ao olhar para qualquer lado,
tudo o que eu via e sentia era somente ausências.
Como a voz de um sonho, eu sempre ouvia alguém falar: - Catorze hora e quinze minutos. Eu nem mesmo sabia o que era aquilo:  Catorze horas e quinze minutos.
Eu não sei o que essa moça dizia.
Era como um sonho e era um sonho mesmo e eu fiquei sabendo, e eu fiquei
sabendo que se podia dizer: - Catorze horas e quinze minutos.
Repeti isso muitas vezes. Eu tenho certeza que repeti
- Catorze horas e quinze minutos, por umas catorze horas e quinze minutos,
não sei por que.
Só acertei parar de repetir quando
alguém gritou para outro que eu não conheço, nem alguém
e nem o outro. Mas gritou: Catorze horas e quinze minutos. Nessa hora
eu ouvi o grito. Olhei direto para o lado esquerdo. Uma mulher,
acredite, sem um olho e nenhum dente na boca me disse às gargalhadas
- Você tá fudi... Ela não disse a ultima silaba e eu fiquei feliz,
como se fosse a possibilidade de uma mudança em
meu destino. Essa mulher, ainda aos sorrisos
profundos, agora me pede um real, e eu via de e na sua boca sem dentes:
Sapos, homens velhos em miniaturas muito zangados, e que cantavam
"metamorfose ambulante' de Raul Seixas e muito mais saía e entrava por sua boca:
grilos e formigas e baratas. Muitas baratas saiam daquela imunda boca. O meu mundo agora é essa boca sem dentes. Hoje aqui fixei residência.
Nessa imunda e imensa boca eu moro:
Injúrias, blasfêmias, ofensas, palavrões. Esses sãos os meus vizinhos constantes. A mulher sem um olho e nenhum dente, traz na boca eu e mais outras criaturas.
Os dias aqui são normais como em qualquer boca sem dentes. Quando eu não estou na boca sem dentes, eu sou só ausências, ausências antes e ausências depois de ausências.
Aqui na boca a primeira tarefa é a procura dos dentes.
E eu sempre trago essas fantasias em minha mente.
E aí eu lembro o meu pai.


Ronaldo Braga

sexta-feira, dezembro 29, 2017



A triste herança lulopetista
Os petistas se jactam de ter tirado 40 milhões de brasileiros da miséria. Mas, como mostram os números mais recentes, o “milagre” não passou de empulhação


O Estado de S.Paulo
29 Dezembro 2017 | 03h07
Pobreza não se cria da noite para o dia. Em geral, é resultado de anos de má administração, combinada com ideias equivocadas sobre o papel do Estado na economia. Pode-se adiar seu aparecimento, pode-se até mesmo dar a impressão de que se conseguiu erradicá-la, mas, cedo ou tarde – geralmente cedo –, os erros vão resultar em degradação da renda de parte significativa da população, que antes experimentou a ilusão da ascensão social.
Assim, não há como se dizer surpreso com a informação de que 52,168 milhões de brasileiros, ou um quarto da população total, encontravam-se abaixo da linha de pobreza medida pelo Banco Mundial em 2016 – menos de US$ 5,50 por dia –, conforme dados da Síntese de Indicadores Sociais de 2017, recentemente divulgados pelo IBGE. Já no patamar de extrema pobreza, com US$ 1,90 por dia, vivem cerca de 13,3 milhões de pessoas, ou 6,5% da população. Esse imenso contingente não empobreceu em razão de alguma guerra ou catástrofe natural, mas como consequência direta das decisões econômicas irresponsáveis tomadas pela presidente cassada Dilma Rousseff, que geraram dois anos de recessão, com alta inflação e crescente desemprego.
Os números resultam de uma nova métrica de pobreza do Banco Mundial, razão pela qual foram apresentados sem comparação com pesquisas anteriores. Mas é possível visualizar o tamanho do desastre a partir de dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o mesmo tema, segundo os quais o total de brasileiros abaixo da linha de pobreza saltou quase 20% em 2015, primeiro ano do segundo mandato de Dilma Rousseff. Há ainda outra pesquisa, do Instituto de Estudos do Trabalho, publicada pelo Valor, que mostra que, entre 2015 e 2016, mais de 9 milhões de pessoas engrossaram a fatia da população abaixo da linha de pobreza. Para os autores desse estudo, o fenômeno teve seu início em 2014.
Uma parte desse aumento do número de pobres se deve à aceleração da inflação, que em 2015 passou de 10%. Além disso, segundo disse ao Estado Marcelo Néri, pesquisador da FGV e que presidiu o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no governo de Dilma, houve congelamento do valor dos benefícios do Bolsa Família entre 2015 e 2016, que a presidente se viu obrigada a fazer como resultado direto da necessidade de cortar custos, depois do descontrole de gastos dos anos anteriores.
Esse cenário contrasta brutalmente com a situação verificada entre 2004 e 2014, a “era de ouro” do lulopetismo. Nesse período, o número de pessoas que deixaram de ser consideradas pobres no País caiu, em média, cerca de 10% ao ano. Foi o suficiente para que os petistas se jactassem da façanha de ter tirado de 36 milhões a 40 milhões de brasileiros da miséria – os números variam conforme o palanque. Para essa turma, tanto o impeachment de Dilma como os processos judiciais contra Lula resultam de uma conspiração do grande capital para impedir a continuidade da ascensão dos pobres.
Como os números mostram, porém, o “milagre” petista não passou de empulhação. Milhões de brasileiros deixaram a linha de pobreza exclusivamente em razão do Bolsa Família, isto é, o aumento da renda não se amparava senão no benefício estatal. Isso significa que não foram criadas condições para que a melhora socioeconômica dessa parcela da população se consolidasse e se sustentasse no longo prazo.
A situação é ainda mais dramática justamente nas regiões do País em que a dependência do Bolsa Família se tornou crônica, como no Nordeste e no Norte, em que nada menos que 43% dos habitantes têm renda igual ou inferior à estabelecida como linha de pobreza pelo Banco Mundial.
Felizmente, contudo, o quadro começa a mudar. Com o fim da recessão, a retomada do emprego e a queda da inflação – resultados diretos da troca de governo depois do impeachment –, o número de pessoas abaixo da linha de pobreza já diminuiu neste ano, conforme informou Marcelo Néri, da FGV. Segundo ele, o recuo da inflação foi o fator fundamental para essa reversão, pois resultou em ganho real de renda. Em resumo, os pobres não precisam de mágicos, e sim de governantes que respeitem os fundamentos da economia

domingo, dezembro 17, 2017

NADA ESTRANHO. TUDO ESTRANHO





Estranho, estranho e estranho
Desde criança nada me encantava
Mas eu sabia ali eu estava
Era um mundo louco e tacanho.


Aprendi guardar silencio de cada ato
Que não me agradava,
Eu calado observava
E assim evitava um possível desacato


Viver é antes de mais nada entender
 sofrer e sorrir é como se ganha pontos
Administrar era o que restava ou perecer
Viver solto como louco é e sempre será para os tontos.


Eu sabia a vida era uma disputa
E quem chora perde na saída
Eu aguentava o tronco e mantinha a luta
Minha dor não interessava a torcida


Sei aqui é uma terra dúbia
Quem te ama hoje não Sabe do amanhã
Não guardar rancor e nem mostrar a fúria
Ninguém tem que saber quando você precisa de satã.


Eu sempre fui estranho
Me preparei para a dor
Mas Recebo bem o amor
Mas nunca tenho nada como ganho.


Ronaldo Braga

quarta-feira, novembro 29, 2017

EXCLUSIVO! Augusto Nunes entrevista Jair Bolsonaro l Revista VEJA (27/11/2017)




Jair Bolsonaro mostra capacidade e vivacidade.
Então é melhor mesmo já ir  se acostumando


segunda-feira, setembro 25, 2017

quarta-feira, agosto 30, 2017

Raspa do tempo

Fico nas tardes dos meus sonhos
apanhando a raspa do tempo
memória das coisas simples mordendo minha alma
nas chuvas, nos frios e nas mangas rosas e espadas.

Espadas, rojões e fogueiras...

Lembranças dos insetos nas gramas do meu quintal
fissuras rompendo barreiras
olhar por cima dos muros, saltando cercas.

Era tempo da liberdade, experimentos, cortes e sorrisos.

A solidão era o descanso necessário
a dor o canto da batalha.

E a noite nas conversas com os velhos
o passado era um futuro desvendado.

Ronaldo Braga

terça-feira, agosto 22, 2017

EU SÓ POSSO SER ISTO

Meu texto é um isto 
e disto eu não posso viver, 
isto apenas me permite respirar, 
isto insiste em me caducar.
Meu texto é um ajuntamento de faltas, 
palavras soltas me inspiram , e 
sem dó nem piedade, 
maltrato letras, frases e sentenças, 
.
Já perdi todos os  pontos e exclamações, 
não foi para confundir, dificultar 
outros além de mim. .
 Aprendi que o fácil já morre pronto e 
minha pressa 
apressa a sede das pontuações e 
some nos interrogatórios  dos  meus imperfeitos não textos formais.
E isto é esquisito, 
pois isto insiste em acordar, em beber e vomitar 
e isto só não morre por não prestar.
Meu texto é isto. 
Ou isto sou eu? 
Não alimento esta dúvida pois nisto vivo eu.

O amor é a melhor de todas as bobagens, 
oh que bobagem.

 
Mas que importa a morte se ela é certa,?
 
Deixa errar minhas letras, deixa a esmo meus escritos, 
deixa que o leitor mais caduco, possa juntar a seu modo minhas manhas  
não por admiração, mas por  se fartar nas minhas faltas e 
nos meus absurdos. 
Que surto.
 
Tentaram corrigir este, 
só permitir pela metade.
Sou metade canalha?
Qual metade canalha sou?

domingo, agosto 20, 2017

BRASILNÃO SERÁUMA VENEZUELA

Estamos assistindo um espetáculo deprimente pelo Brasil, a esquerda com a intolerância dos totalitários e sua conhecida repulsa pela democracia, vem agredindo quem fala o que a esquerda não quer ouvir, revelando seu caráter fascista e acima de tudo mostrando que no poder, quem não concorda com as ideias da esquerda é tratado como criminoso e acaba preso ou fuzilado. Estamos vendo o que acontece com a Venezuela que segue o padrão Cuba e vem matando os jovens, homens e mulheres que se atrevem a discordar do podre Maduro.
Quando um grupo de marginais travestidos de militantes sociais se unem para impedir alguém de falar, estamos diante de um perigoso retrocesso político, pois a liberdade de expressão deve ser respeitada e devemos ouvir e apresentar a nossa discordância e não impedir a qualquer custo a fala do outro diferente de nós. Mas a esquerda só apoia o diferente se ele for igual ao seu discurso, então bater em mulher é proibido se ela for de esquerda, mas se não pode bater a vontade que não é crime. A  esquerda só é contra a tortura se o torturado for dos seus quadros, em Cuba ou na Venezuela tortura é coisa boa, pois os torturados não são esquerdistas.
A democracia não tem lado, quem comete crime tem que ser condenado, seja Lula, ou Aécio, mas para a esquerda só pode ser condenado quem não é de esquerda, condenar um esquerdista ladrão a cadeia é perseguição na doente visão esquerdista.
Eu já venho dizendo aqui no meu blog que em breve o Lula falaria e somente os loucos e os comprados estariam dispostos a ouvir a ladainha suja e repetida do ladrão mor da esquerda e esse tempo já chegou, na quinta feira ultima dia 17 de agosto esperando o ônibus em um ponto lotado, na avenida Ademar de Barros, Ondina, Salvador eu ouvir uma mulher dizer para outra -
- Eu ir pra fonte nova ouvir o Lula? Ora tenho mais o que fazer. Ele tá milionário e eu tenho que esperar um ônibus lotado depois deum dia de trabalho, meu dinheiro eu ganho suando e ele ganhou o dele roubando.
O povo sabe a diferença, e sabe que dizer que defende o trabalhador não a mesma coisa que defender, e na Bahia em um dois de julho histórico a multidão cantou -
-O PT ROUBOU, ÔÔÔÔ, O PT ROUBOU Ô.
Vivemos dias históricos e percebemos que a política começa a ficar acirrada, de um lado o povo cansado e nervoso, começa a se impacientar com a cara de pau do Lula e seus comparsas e de outro os esquerdistas fazem de tudo para impedir que as pessoas possam livremente expressar seus ideais. Em  movimentos de grupos de negros esquerdistas, você nada pode dizer e já é chamado de racista, mas esses mesmos movimentos dizem o que querem contra os brancos e acham que pode falar o que quer e impedir os outros de falarem, da mesma forma acontece com os movimentos esquerdista de gays,  esquerdistas de lésbicas: a intolerância é a marca maior e não a defesa real da causa que fingem defenderem. Chega, o Brasil precisa sim de uma discussão acerca das liberdades sexuais, mas sem que a minoria queira enforcar a maioria, pois se não concordamos com a maioria sufocar a minoria, não podemos aceitar o contrário, é hora de equilíbrio e de ouvir o diferente, de ponderar e buscar saídas para impasses, não de guerras pois a guerra só interessa à esquerda que adora viver em cemitérios.
Não tem essa de negro ser bom e branco ser ruim, nem o contrário, temos que buscar a solução para uma educação e uma economia que possa abarcar a sociedade e que cada um faça o seu melhor pois ninguém pode ser sustentado pelo outro e se no Brasil o branco escravizou o negro no Egito e e em toda África os negros escravizaram outros povos incluindo brancos e negros pois é a escravidão um mal do humano e não do branco. Com mentiras não chegaremos a lugar nenhum.
O que precisamos é de uma economia livre para que todos possam trabalhar e de uma vez por todas sepultar esta ideia de estado forte, forte tem que ser o ser humano que é a unidade superior da humanidade.Precisamos de democracia e de ideias que defendam a liberdade e aceite o contraditório.


Ronaldo Braga

sábado, agosto 12, 2017

Foto de Thales Antonio do grupo de teatro 702

Elenco, produtor executivo e fotografo e direção da peça INFERNO DAS HORAS em setembro dia 08 estreia no teatro Molière
foto de Thales Antonio
da direita para esquerda
Felipe Lima - Produtor executivo
Debora - Atriz
Queisy - Atriz
Cida - Atriz
Ronaldo - Ator e diretor
Rita - Atriz
Sara Lima - Atriz
Thales - Fotografo
E sentado Vick Nifertiti - Ator


INFERNO DAS HORAS

Convidamos você para assistir ao espetáculo INFERNO DAS HORAS do GRUPO DE TEATRO 702 que fará apresentação, no Teatro Moliére (Avenida Sete de Setembro, nº401 – ladeira da barra – corredor da vitória), de 8 a 30 de setembro (sextas e sábados), às 20h, texto de Fernando Pessoa e Jean Sartre Paul e direção e adaptação Ronaldo Braga.


VAMOS AO TEATRO! AGUARDAMOS VOCÊ!



ESPETÁCULO: INFERNO DAS HORAS
DATAS: 8 a 30 de setembro – Sextas e Sábados   HORA: 20h
LOCAL. Teatro Moliére – Aliança Francesa (Avenida Sete de Setembro, N 401, ladeira da barra)
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 80 minutos
CUSTO: Meia: R$ 15,00 e Inteira: R$ 30,00
DIREÇÃO: Ronaldo Braga
TEXTO: Fernando Pessoa, Jean Sartre Paul e Ronaldo Braga

SINOPSE

Uma adaptação feita por Ronaldo Braga dos textos Entre Quatro Paredes, de Jean Paul Sartre, O Marinheiro, de Fernando Pessoa e O Livro Bíblico de Jó.
Inferno das horas é a afirmação da vida com tudo de perigoso que há no complexo existir e desnuda angustias que, muitas vezes, resultam de razões que antecedem a própria existência. É o retrato da crueldade, não dos personagens, mas da vida, que nesta peça revela-se de forma crua e não religiosa, realçando uma realidade de fluxos e cortes onde a liberdade é a verdadeira busca. Com um desenrolar dividido em três realidades distintas, a peça Inferno das horas coloca os personagens de frente com sua própria existência, a cada cena os personagens percebem que, antes julgar ou ser julgado, condenar ou ser condenado pelo outro, é necessário confronto consigo mesmo, assumir seus erros e enfrentar estes cinzentos escombros, onde feridas não cicatrizadas ameaçam suas frágeis existências.
Superar uma vida de desprezo pelo outro é a única porta em busca do próprio perdão, uma vez que, a rigor, suas almas angustiadas não aceitam mais o acúmulo de culpas e simulacros: a vida pertence aos que se assumem.
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segunda-feira, junho 05, 2017

ELEIÇÃO DIRETA AGORA É CASUÍSMO NOJENTO

ELEIÇÃO DIRETA AGORA É CASUÍSMO NOJENTO

Entender a intenção dos que defendem diretas em um momento que eleição direta é mudar a constituição, uma vez que a constituição já determina o que fazer em se tratando de eleições, é de vital importância, para não se fazer uma coisa querendo outra. Vamos por parte. Mudar a constituição em cima de uma realidade que beneficia um partido é casuísmo e casuísmo nojento, depois, um dos argumentos é que o congresso não tem moral para eleger um presidente tampão, ora e tem para mudar a constituição?
Estamos diante de uma manobra que visa permitir que um réu em cinco processos e prestes ao sexto seja candidato antes da condenação em segunda instância que o tornaria um ficha suja, portanto, a manobra visa beneficiar um corrupto e não impedir que um congresso corrupto eleja o presidente.
Entender a dinâmica dos que defendem diretas é importante, para não ser engolido por uma ideologia que tem a mentira como base de sustentação, neste momento o PT que deseja a eleição direta a qualquer custo elege mais um presidente, para seu partido, investigado pela policia, aliás os dois concorrentes são investigados e seus codinomes são esclarecedores: Lindinho e Amante.,
O Brasil passa por uma conjuntura complexa e não cabe aqui soluções de aparência facilidade e sim, se entender todas as questões em toda sua abrangência e perceber que mudar constituição em eleições deve ser algo feito para a eleição mais a frente, pois se mudar a regra do jogo no meio do jogo é manobra de bandidos e nada mais.
Mas o povo não pode esperar?
Veja bem, quem diz isso governou o país por 14 anos e entregou um desemprego em massa, o mensalão,, o petrolão, fundos de pensão quebrados, Petrobras quebrada e endividada e um BNDES totalmente quebrado.
Então como o ´povo não pode esperar? O povo esperou 14 anos para poder respirar e deve agora ter a sabedoria de não entrar em barca furada esquerdista que só tem um desejo: dominar o país para destruir a democracia brasileira,destruindo as instituições do país.
Quem aceita ganhar um pouco agora para perder muito mais adiante, tem um cérebro afetado ou pensa que os outros são doentes mentais.
Eleição direta sim, mas para a próxima eleição.
Uma pergunta
Por que a esquerda não mudou esta lei da constituição nestes 14 anos em que esteve no poder?
Ronaldo Braga

sexta-feira, maio 12, 2017

Atrás dos Muros

Teatro Mata burros apresenta
Atrás dos Muros
DIREÇÃO Ronaldo Braga
Foto Manolo



Da esquerda para a direita:
Marcos Araújo
Junior
Jones
Benedito (Lucas)
Janice
Lanny
Laís
Liamar
Queyse
Patricia
Menik
Deina
Ismênia
Rosana