terça-feira, setembro 06, 2016

É PRECISO PUNIR QUEM TRANSGRIDE AS LEIS DEMOCRÁTICAS

Quando a violência passa a ser uma pratica política aceita, se começa a perder o controle sobre qualquer limite e então a realidade dos fatos deixa de importar, uma vez que sempre haverá alguém ou grupo insatisfeito, também se torna imperativo eliminar qualquer base de convivência social, que fatalmente passa ser a lei do mais forte ou do mais louco, daquele que mais espuma ódio pela boca e pela cabeça perdida.
A democracia necessita de limites, tanto para governantes como governados, a convivência, na democracia, tem na lei o seu marco, e o protesto e a luta pela mudança, tem como o seu palco a civilidade e o respeito à ordem constituída. Qualquer deslize no cumprimento rigoroso dessas bases legais de bom conviver, não somente quebra a democracia, como cria os sub cidadãos, pois qualquer país civilizado tem a sua maioria formado por homens e mulheres pacatos e cumpridores da lei, estas pessoas, que respeitam a lei, se tornam reféns daqueles que se consideram donos da verdade e que acreditam que é no braço, na força física, que se ganha a luta política, formato de fazer política herdado da cultura de esquerda, que acredita que fazer a revolução é massacrar opositores e criar um sistema político sem dialética, hegemônico, onde um pequeno grupo comanda e uma maioria obedece e vive como escravos , é a mentira do comunismo, que na real temos os comunistas como uma nova classe de patrões sem riscos, uma classe de algozes, que matam para viverem no luxo e na mordomia e discursam em nome da paz e do trabalhador.
As autoridades, se tornam também marginais, também baderneiras, quando não aplicam a lei e quando deixam de punir quem protesta com violência e nenhum respeito à ordem. Se faz mister, o enquadramento e a prisão de quem ultrapassa os limites democráticos, que como consequência só pode acontecer a destruição da democracia.
A esquerda e seus satélites, devem sim serem responsabilizados, tanto pela ruína do país, como pelas badernas que tomam conta das ruas. Os trabalhadores livres deste país, protestaram com milhares nas ruas, sem nenhuma quebra: nem da ordem nem das coisas, nem das pessoas.

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Ronaldo Braga

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