terça-feira, dezembro 27, 2016

Como responder a um socialista


Palestrante dá lição em esquerdista numa palestra sobre a maternidade em África.


Thomas Sowell

A ESQUERDA ACREDITA OU USA  ESTA CONVICÇÃO - O homem nasce livre e em toda parte é posto a ferros e que o grande mal do mundo é que as instituições estão erradas, que se as instituições fossem boas, nada na natureza humana nos faria sentir infelizes, o problema é termos instituições errôneas.
Mas a DIREITA afirma que o homem é falho desde o nascimento, e que não há soluções, somente compromissos. E tudo o que fazes para corrigir as falhas humanas, cria outros problemas e mais graves. A saída portanto é obter o melhor compromisso que possa encontrar. E isso é tudo o que pode esperar.

quarta-feira, dezembro 21, 2016

A NOVA ESTRUTURA DE PODER MUNDIAL (A Nova Ordem Mundial) - Olavo de Carvalho na OAB SP


OLAVO DE CARVALHO NA TV AMERICANA - FORO DE SÃO PAULO, MARXISMO CULTURAL, SOCIALISMO NO BRASIL


ESCOLA DE FRANKFURT A DESGRAÇA DO SÉCULO 21

A liberdade de ideias e a liberdade de expressá-las sem sofrer censura moral sempre foram idéias correlacionadas e entrelaçadas.  Mas ambas já morreram.  Mas não morreram agora.  Sua morte começou entre os anos 1930 e 1968, quando um grupo de intelectuais e filósofos se uniu para criar uma escola de pensamento que tinha como foco essencial a destruição da civilização Ocidental e tudo o que ela representa (inclusive seu sistema econômico baseado no capitalismo) por meio da 'emancipação'.
Max Horkheimer, um filósofo marxista, foi um dos pais fundadores da Escola de Frankfurt, a qual incorporava toda a moderna Teoria Crítica da Sociedade e que, em grande escala, se caracterizada como neomarxista. 
Horkheimer, junto com Jürgen Habermas, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm, para citar apenas alguns, criaram a Escola de Frankfurt e seu Instituto para Pesquisa Social, uma instituição que moldou o pensamento cultural do Ocidente como um todo e da Alemanha em particular.
De acordo com Horkheimer, a teoria crítica tinha o objetivo de "libertar os seres humanos das circunstâncias que os escravizam".  Assim sendo, seu principal objetivo era criar uma plataforma teórica e ideológica para uma revolução cultural. Ato contínuo, esse grupo de "filósofos" centrou seus esforços especificamente na cultura.  É a cultura o que forma os fundamentos que modelam a mentalidade e a visão política das pessoas. Alterando-se a cultura, altera-se a mentalidade e a visão política das pessoas.  Para alterar a cultura, é imprescindível controlar a linguagem e das idéias.  E, para se fazer essa revolução cultural, era imprescindível se infiltrar nos canais institucionais, particularmente a educação.
Em suma, a Teoria Crítica é a politização da lógica.  Horkheimer, ao declarar que "a lógica não é independente de conteúdo", quis dizer que um argumento é lógico se ele tem o objetivo de destruir as bases culturais tradicionais da civilização Ocidental, e é ilógico se ele tem o objetivo de defendê-las.
Este, obviamente, é o pilar do "politicamente correto", e explica por que o debate aberto e sem censura é vituperado como sendo algo subversivo e inflamatório.  O politicamente correto despreza o debate aberto porque o vê como um gerador de discórdias e dúvidas, algo que estimula a análise crítica e impede uma uniformidade (e uma hegemonia) intelectual.  Em suma, o debate aberto e sem censura evita a predominância do chamado "pensamento de manada", que é o cerne da revolução cultural.
A Teoria Crítica da Sociedade, a guerra à religião e a descriminalização do crime
A Escola de Frankfurt alegava que sua Teoria Crítica da Sociedade era a teoria da verdade.  A filosofia ocidental, de Santo Tomás de Aquino a Kant, passando por Hegel, Fichte, Schellin e Goethe, deveria ser sumariamente descartada e substituída pelas regras próprias e dogmáticas da Escola de Frankfurt, a qual continha todas as diretrizes do "pensamento correto".
Nas áreas da sociologia e da filosofia política, a Teoria Crítica foi além da interpretação e da compreensão da sociedade; ela se esforçou para sobrepujar e destruir todas as barreiras que, em sua visão, mantinham a sociedade presa em sistemas de dominação, opressão e dependência.
Uma das principais e mais controversas discussões diz respeito à animosidade da Escola de Frankfurt em relação à religião e à espiritualidade.  Para os frankfurtianos, o cristianismo representa o ressurgimento institucional da filosofia pagã, e Deus seria uma mera ficção.  A religião leva as pessoas a projetarem seu sofrimento em uma entidade divina; ela serve como distração da miséria causada pelo capitalismo; em seu núcleo, não há nada mais do que a pura imaginação.    
À medida que as teorias darwinistas e freudianas foram desafiando a religião, o marxismo e o neomarxismo ganharam força para contestar a imagem mítica e obscurantista da milenar divindade institucionalizada.  Não é Deus, mas sim o homem a entidade mais alta a ser reverenciada. 
A Escola de Frankfurt professa que o homem, na condição de mamífero e sendo um mero produto da natureza, destituído de qualquer espiritualidade, é totalmente limitado em sua existência, sendo conduzido pelos seus mais básicos e primitivos instintos e guiado por suas necessidades básicas.  Não há espaço para o livre arbítrio, não há capacidade de julgamento crítico e nem há a habilidade de distinguir o certo do errado.  Não há presciência e não há racionalização.  
Essa posição tem suas raízes nas bases marxistas da Escola, uma vez que o marxismo afirma que o homem é um produto da sociedade: sua mente e seu espírito são determinados e moldados pelo mundo material.  Por causa dessa vulnerabilidade aos fatores externos, a mente humana é vista como frágil e manipulável, de modo que, assim sendo, o homem não pode ser responsabilizado por suas próprias decisões. 
Essa ideia serviu como base para a "descriminalização do crime", que é uma das teses da Escola de Frankfurt.  Segundo Habermas, dado que o homem é um produto da sociedade, é inevitável que ele ceda aos seus impulsos primitivos e às suas tendências criminosas, uma vez que ele foi criado sob o jugo da violência estrutural de um sistema capitalista criminoso.
A Escola de Frankfurt acreditava que, ao extirpar a humanidade da espiritualidade, e ao destruir os bens materiais — criados pelo capitalismo — que rodeiam os seres humanos, o homem viverá livremente, sem o sentimento de responsabilidade e sem o fardo de sua própria consciência.  Os frankfurtianos prometiam liberdade sem o livre arbítrio; preconizavam a emancipação por meio da assimilação intelectual; e garantiam que seria possível haver igualdade sem justiça.
A importância estratégica da educação controlada pelo estado
De acordo com a Escola de Frankfurt, todos os defeitos da humanidade começam com a família.  A família é a primeira e primordial entidade moral que encontramos.  Essa entidade cria seus filhos de uma maneira autoritária, a qual gera adultos submissos, obedientes e dependentes. 
Em outras palavras, é a família o que nos prepara e nos programa para aceitar o fascismo.  Sendo assim, ao se desacreditar e destruir o conceito de família, torna-se possível destruir o capitalismo e o fascismo em sua raiz.
Por causa dessa atitude antagonista em relação à família, combinada com sua cruzada ideológica contra a espiritualidade, os filósofos de Frankfurt tinham de apresentar uma alternativa para substituir essa instituição antiquada e, com isso, garantir um caminho seguro para o futuro.  Ato contínuo, a solução estava em reprogramar a sociedade por meio de uma engenharia social revolucionária, de modo que todos passassem a se comportar da maneira esperada pela teoria social da Escola.  Todo o comportamento humano deveria se tornar um mero e previsível ato de reciprocidade.
Este, por si só, seria o código universal de ética que governaria a utopia frankfurtiana.  Para impor e impingir esse código sobre a sociedade, eles propuseram a infiltração seguida da manipulação das instituições, dentre elas, e principalmente, a educação e a mídia. 
Deter o controle desses canais institucionais seria a maneira mais eficiente de impor e de promover sua ética.  A educação controlada por sua ideologia forneceria a chave para a obediência garantida, extirpando toda e qualquer discordância, bem como todo e qualquer potencial de pensamento independente feito pelo indivíduo.
As repercussões dessa estratégia são óbvias hoje.  A educação controlada pelo estado condicionou as crianças e os adolescentes a, desde cedo, jamais questionar as políticas coletivistas do governo.  Aliás, quando estudantes decidem fazer algum ato de rebeldia contra o governo, é justamente para pedir a imposição de ainda mais políticas coletivistas.  Trata-se de uma estratégia que obteve um sucesso quase que absoluto. 
Como disse Lew Rockwell, "se toda a propaganda governamental inculcada nas salas de aula conseguir criar raízes dentro das crianças à medida que elas crescem e se tornam adultas, estas crianças não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal.  Elas mesmas irão prender os grilhões aos seus próprios tornozelos."
A ascensão do marxismo cultural
A Escola da Frankfurt criou o dogma de que "liberdade e justiça" são termos dialéticos, o que significa que eles estão em completa oposição um ao outro, em um jogo de soma zero, em que "mais liberdade significa menos justiça" e "mais justiça é igual a menos liberdade".  Baseado nessa dialética, a liberdade era a tese e a justiça era a antítese.
Essa interessante abordagem dialética foi adotada das idéias e obras de Friedrich Hegel.  A Escola de Frankfurt, no entanto, distorceu o núcleo deste conceito e desnaturou sua lógica consequencial.  Em suma, a principal diferença entre as abordagens dialéticas de Hegel e Horkheimer está em suas respectivas conclusões: Hegel, um idealista, acreditava, assim como Kant, que o espírito cria a matéria, ao passo que, para Horkheimer, um discípulo de Marx e de sua teoria do materialismo, é a matéria o que cria o espírito. 
Marx afirmava que o mundo, a realidade objetiva, podia ser explicado por sua existência material e por seu desenvolvimento, e não pela concretização de uma ideia divina absoluta ou como resultado do pensamento humano racional, que é a postura adotada pelo idealismo. 
Consequentemente, para a Escola de Frankfurt, colocar limites sobre o mundo material, colocar regras externas e diretrizes sobre o ambiente no qual os indivíduos vivem, pensam e operam, seria uma medida que, na visão deles, seria suficiente para moldar a experiência cognitiva dos indivíduos e, com isso, confinar seus espíritos aos parâmetros "desejados".
Esse é o ponto-chave que liga a Escola de Frankfurt àquilo que hoje conhecemos como o "politicamente correto".  No cerne do politicamente correto está a crença de que menos liberdade garante mais justiça e, consequentemente, mais segurança.  Este mantra é regurgitado por meio de instituições acadêmicas e discursos políticos, inserido em valores sociais e plantado nas mentes das gerações mais jovens (futuros eleitores) por meio das escolas e faculdades, exatamente como era intenção da Escola de Frankfurt.
Em vez de criar uma plataforma que estimule o desenvolvimento do indivíduo por meio do raciocínio lógico, do questionamento e dos diálogos estimulantes, o sistema institucional funciona como uma linha de montagem mecanizada, que tem o objetivo de padronizar e homogeneizar os indivíduos, condicionando-os a se submeter ao status quo, sempre dizendo 'sim' e jamais questionando.  Esta é a lógica da Teoria Crítica da Sociedade e o elemento central do "politicamente correto". 
Trata-se de uma tentativa de controlar a inerente entropia das idéias humanas e todo o tipo de pensamento independente; de controlar o fluxo das idéias humanas e de conformar as experiências humanas a um imobilismo anti-natural.  Em última instância, trata-se do objetivo de quebrar o espírito do indivíduo e deixar sua mente de joelhos perante os ditames dos filósofos.
Daí vem o termo "marxismo cultural": os marxistas praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", que envolvia as classes capitalistas e proletárias, e a substituíram pelas classes opressoras e oprimidas.  As classes oprimidas incluem as mulheres, as minorias, os grupos LGBT, e várias outras categorias mascotes.  Já a classe opressora é formada por homens brancos heterossexuais que não sejam ideologicamente marxistas, como os próprios fundadores da Escola de Frankfurt.
O marxismo cultural nada tem a ver com a liberdade, com o progresso social ou com um suposto esclarecimento cultural.  Ao contrário, e como o próprio Horkheimer deixou claro, tem a ver com a criação de indivíduos idênticos que não se confrontem entre si e que não troquem idéias, operando como máquinas automáticas e sem emoção. 
Conclusão
No cerne da Escola de Frankfurt está a ideia de que o pensamento pode ser controlado por meio da imposição da doutrina do "politicamente correto".  A base desta ideia é o polilogismo marxista, o qual dizia que diferentes grupos de pessoas possuem diferentes modos de pensamento e seguem diferentes tipos de lógica.
Os marxistas tinham um álibi para não debater com pessoas das quais discordavam: eles simplesmente rotulavam seus oponentes como "burgueses apologistas da classe exploradora", cujos argumentos utilizavam uma lógica que não era aplicável à classe proletária.  Essa linha de raciocínio, em última instância, implica a negação de que a lógica sequer exista.  A "verdade" passa a ser simplesmente aquilo que os marxistas decretaram ser.
A Escola de Frankfurt segue esta mesmo lógica.  Por isso, ela e seus seguidores estão hoje entre os maiores inimigos da liberdade e da mente humana livre e consciente.

terça-feira, dezembro 20, 2016

MBL CHAMA OS PODERES À RAZÃO

MANIFESTO MBL

Montesquieu, em sua obra-prima, “O Espírito das Leis”, nos ensinou que, para que uma República funcione de maneira virtuosa, seu poder deve ser dividido em três: Executivo – aquele que governa –, Legislativo – aquele que debate e propõe as leis – e Judiciário – aquele que, com base nas leis, julga.
Nos últimos tempos, a irracionalidade tem tomado conta do debate político. Investigações estão mostrando a corrupção enraizada que irrigou campanhas dos mais diversos partidos e fez avançar inúmeras pautas de interesses nada republicanos. Aproveitando um pico de popularidade, o Ministério Público Federal tentou fazer avançar pautas corporativistas, algumas delas até inconstitucionais. Em retaliação, a Câmara aprovou um projeto que possibilita punir juízes e promotores por crime de responsabilidade, cuja redação vaga acaba ameaçando o Ministério Público e o Judiciário.
Em meio a esse alvoroço, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem extrapolado sua competência e atuado como se estivesse acima dos outros Poderes. Não bastasse estar invadindo há algum tempo prerrogativas do Executivo — interferindo em questões relacionadas a políticas públicas, como a Saúde, e praticamente legislando em julgamentos, como o do rito do processo de impeachment —, o Supremo decidiu anular uma votação da Câmara e afastar o presidente do Poder Legislativo por meio de liminares monocráticas.
Em busca de alguns aplausos, o ministro Marco Aurélio tentou afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado. É claro que nenhuma pessoa sensata ainda acredita na honestidade de Calheiros. O problema é que, no fundamento, a liminar de Marco Aurélio era ilegal e, no que respeita aos valores da democracia, constituía-se um atentado à tripartição do Poder.
Ressalte-se que, num dos casos, Renan só não foi julgado ainda porque o Ministério Público Federal demorou seis anos para oferecer denúncia. Esta permaneceu outras três no Supremo. E tivemos de assistir ao vexame de ver o relator do caso, Edson Fachin, apontar falhas técnicas no processo. Nos 11 outros inquéritos, relativos ao mensalão, com dois anos e meio de Operação Lava Jato, só um resultou até agora em denúncia. Novo vexame: o relator, Teori Zavascki, teve de pedir correção.
O MBL, em manifestação recente, pressionou ambas as instituições para que os processos relativos ao senador tenham um desfecho mais rápido, para que se possam cumprir a lei penal, e o senador, sendo julgado, seja condenado e preso, como determina a lei – o que não é o caso da liminar concedida pelo ilustre ministro.
Outro caso, mais recente e tão ou mais grave, foi o da liminar concedida pelo ministro Luiz Fux, que buscou anular a votação do pacote das medidas propostas pelo Ministério Público. O MBL é absolutamente contra o texto que saiu da Câmara, mas isso não justifica uma interferência do Supremo no processo legislativo, que compete única e exclusivamente ao Congresso Nacional.
Pressionamos para que esse pacote seja enterrado em votação no Senado, que é uma possibilidade determinada pela lei, pela Constituição, diferentemente da decisão do eminente ministro.
Ambas as decisões foram pouquíssimo ortodoxas, sendo apoiadas por alguns que desconhecem o texto constitucional – o que não é o caso dos doutores do Supremo. As repetidas acrobacias para a plateia, executadas em detrimento da lei, só servem à desordem e ao extremismo, não à Justiça.
Já vimos excrescências como essas em outros tempos de histeria ao longo da história, como já dizia o barão de Monstesquieu no já citado “Espírito das Leis”: “Percebemos os abusos antigos, vemos a sua correção; mas vemos também os abusos da própria correção.”
Exigimos – com a devida vênia, é claro! – uma postura republicana do STF, digna do valor dessa instituição. Esquecer a tripartição do Poder e ceder aos gritos dos radicais que parecem querer uma Revolução Francesa tupiniquim é de uma irresponsabilidade sem tamanho.
Sem poderes devidamente separados e autoridades sensatas, não há Justiça. É insanidade acreditar que algum tipo de ordem possa advir do caos institucional. Vale lembrar que, numa das fases da Revolução Francesa, até Robespierre, um fanático cortador de cabeças, perde a cabeça!
O Brasil não precisa disso! Todo apoio à Lava Jato e às instituições democráticas! O MBL reúne pessoas de todas as idades, mas é majoritariamente formado por jovens. Ousamos cobrar que as mulheres e homens maduros da República deem exemplo de serenidade, de sensatez, de respeito às instituições e à Constituição.
Jovens cobrando “ordem” dos maduros parece ferir — e, em certo sentido, fere mesmo — a ordem natural das coisas. Mas a tanto nos obrigam os maus hábitos em curso na República.
Senhoras e senhores, respeitem seus cabelos brancos! Para que possamos respeitá-los!

sábado, dezembro 17, 2016

EM JANEIRO TEATRO SITORNE

Atenção em janeiro no teatro SITORNE no rio vermelho. 4 peças com a direção de Ronaldo Braga.


SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO
DIA 17 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00

SOBRE A PEÇA

A peça SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO, é um drama, onde o surrealismo dos personagens impõe à plateia um distanciamento, possibilitando assim a critica. É, portanto, uma peça eminentemente política, apresentando o discurso sócio - sexual pela ótica da mulher que não aceita amarras e conduz sua vida de acordo com sua própria regra, e do homem que se afirma mulher.
É o macho e o seu mundo macabro e medonho o alvo deste espetáculo que é sim uma verdadeira lição de amor à diversidade e ao respeito ao ser humano.
SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO não é uma peça em busca de vingança, antes é uma tomada de posição de personagens que não aceitam mais a opressão.
A peça se desenrola em uma atmosfera de pouca luz, cenário escasso, onde o que importa é a intenção que se revela em gestos econômicos e contidos.
TEXTO – Criação coletiva
DIREÇÃO – Ronaldo Braga

QUERO SEU CORAÇÃO RESPIRANDO MINHA LIBERDADE
TEATRO SITORNE
DIAS 18 e 19 de JANEIRO de 2017 ÀS 20 HS
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00

A peça  QUERO SEU CORAÇÃO RESPIRANDO MINHA LIBERDADE, mostra o esgarçamento da família tradicional brasileira, tendo a vida de uma prostituta  e a luta da mulher moderna por mais espaço e igualdade na condução de suas vida na sociedade brasileira, como base deste esgarçamento. A peça apresenta a decomposição do tecido social, e as dificuldades da luta da mulher por sua liberdade e sua condição de ser protagonista na vida política e social no país.
DIREÇÃO - RONALDO BRAGA
DRAMATURGIA - COLETIVA


GRUPO MATA BURROS

APRESENTA
ATRÁS DOS MUROS

DIA 20 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00
SOBRE A PEÇA

Em um jogo de medos, mentiras, armadilhas, declarações de amor  e de  supostas liberdades,
a peça ATRÁS DOS MUROS, apresenta personagens que vivem em crises permanentes e discute a dificuldade da fidelidade e da confiança.
ATRÁS DOS MUROS é uma peça política e com uma acentuada ação psicológica, com traços do surrealismo e do teatro do absurdo, a peça aborda de uma forma não comum  a vida ordinária dos seres humanos que apenas não sabem como encontrar a felicidade e assim acabam destruindo suas humanidades. 
DIREÇÃO          - Ronaldo Braga .
DRAMATURGIA - O grupo

TEATRO DE QUINTA APRESENTA
ATÉ QUANDO?
DIA 26 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00
SOBRE A PEÇA

 ATÉ QUANDO?,   é uma peça política, um drama, que se apodera do surrealismo e do teatro do absurdo, para de uma forma não comum, discutir a condição da mulher no Brasil e no mundo, não é uma peça de denuncia, antes é um lugar onde a voz da mulher ganha espaço e a condição de ser livre e cidadã não é um pedido, mas sim uma fatalidade, exatamente  em função  da posição assumida pela mulher, que não aceita outra resposta, senão a igualdade e o respeito. A peça não é uma vingança da mulher contra o macho, mas um grito doce da mulher contra o machismo.
Com um Cenário que não é realista, mas teatral e apenas usando o necessário para a trama acontecer, a peça  utiliza de um jogo de luz e sombra e tem como contra tempo,  personagens que saem das sombras e se apresentam como fiadores da dignidade do homem e da mulher, seja negro, gay ou trans.
DIREÇÃO -Ronaldo Braga
TEXTO- CRIAÇÃO COLETIVA

terça-feira, dezembro 13, 2016

RESPEITAR A LEI É MANTER A CIVILIDADE E EVITAR A BARBÁRIE

 O congresso é o principal responsável por essa situação de afastamento com o povo, depois vem o MBL, o vem pra rua e outros movimentos. Realmente, a histeria impede que o histérico tenha capacidade de entender o que ler, pois o histérico, além de gostar de ouvir o som da própria voz, só que ler e ouvir aquilo que torna real seu pensamento, esta análise já tinha sido feito antes  em relação à esquerda, mas histérico é histérico sendo esquerda ou direita. Alguns colunista da veja, vem alertando pela necessidade, tanto conjuntural quanto em relação ao futuro das instituições, que não se deve, atropelar as leis, nem para pegar bandido, pois cria uma maneira de agir e depois qualquer um, mesmo não sendo bandido pode ser vitima deste processo ilegal, mas alguns não entenderam a mensagem, não entenderam a conjuntura, acreditaram que o jogo estava ganho, e que agora era empurrar o congresso e o judiciário de qualquer jeito pra frente e tudo caminharia para o triunfo da lei e da ordem, mesmo usando critérios fora da lei e fora da ordem, se enganaram, mas quem perde é o país, que coloca ideias atrasadas de novo como se fossem boas. Ora a esquerda tem mais de 100 anos dominando a política e a cultura do país, teve nos 13 anos de petismo,  uma transferência ilegal de recurso financeiro gigantesco, que possibilitou comprar mentes e canetas e diplomas, mantendo muitas forças retrógradas do Brasil a serviço da sujeira esquerdista, com muita capilaridade para movimentar seus soldados do mal, como jornalistas que apostam na mentira e na difamação, doutores que apostam no caos, juízes e nos incompetentes professores tanto de escolas secundária, é só ver a condição do aprendizado no país, como também das universidades.
Então, prudência, luta, organização e acima de tudo inteligência, são necessários para derrotar uma ideia que além de matar gays, atrai gays para suas fileiras, que consegue contar o conto das carochinhas para adultos infantilizados e pobres desiludidos e ainda conta com a ajuda de bêbados morais e burros políticos, que mesmo se afirmando direitista, colabora com a agenda nazi fascista da esquerda.
O Brasil entra naquela fase que depende exclusivamente da capacidade de seu povo de saber enxergar para além das aparências e não se deixar enganar de novo pelo canto das sereias daqueles que querem apenas ganhar  relógios de vinte mil reais, terem sítios adquiridos de forma obscena, enganar o povo, roubar suas economias, e de forma explicita tentarem roubar a democracia, fazendo do supremo uma quitanda e o jornalismo uma letra morta oficial.
O Brasil assistiu na era do governo petista, a transformação do Brasil numa quitanda vermelha, onde oposição era crime e pensar independente era uma vergonha, além de gerar uma leva de mais de vinte milhões de desempregados, pois eu não acho bolsa família emprego. Uma pergunta para o povo -
Queremos de volta esta calamidade?
Ronaldo Braga

segunda-feira, dezembro 12, 2016

domingo, dezembro 11, 2016

Série Desconstruindo Falsos Heróis #3 - Che Guevara


Roda Viva | Yoani Sánchez | 25/02/2013


CUBA UM PRESÍDIO

Cuba a maravilha de alguns, tem 11 milhões de pessoas, sendo 5 milhões de policiais. É a maravilha que se pode dizer de um país onde viver vigiado não é uma sensação e sim uma realidade. Cuba é o maior presídio ao ar livre do mundo.

Ronaldo Braga

Medeiros ACABA com Joaquim Barbosa


sábado, dezembro 10, 2016

Mataburros POEmas

 EU AQUI


A FEIO, O FEIO, O LIDINHO E O PASSIVO

Os políticos que vivem berrando moralidade e luta pelos pobres tem agora suas verdadeiras caras reveladas:
- Lídice da Mata, PSB a senadora baiana, que já trocou de  partidos, como se troca de camisa e sempre de olho exclusivamente na sua eleição e que se considera uma pessoa acima de qualquer suspeita, aparece na lista da propina da Odebrecht, como a FEIA e recebeu uma bolada considerável, coisa superior a Um milhão de reais. A feia, se vende aos ricos e nas tribunas e entrevistas se arvora de mulher honesta;
- Lindberg Farias,PT senador, adora chamar seus parceiros de honestos, aparece na lista da propina da Odebrecht, como o FEIO, mas também é chamado de LINDINHO e recebeu mais de 3 milhões de reais, segundo a Odebrecht, ele ganhou mais dinheiro, pelo fato da empresa achar que ele tinha chance de um dia virar ou ministro ou Presidente da República;

Gleisi Hoffmann, PT,a senadora, que junto com o marido dilapidava o bolso dos aposentados, é apontada na lista da propina da Odebrecht, como aquela que recebeu dinheiro de propina via a presidente da ocasião,a senhora afastada Dilma: total mais de 4 milhões de reais
Vários políticos do PSDB, aprecem na lista, incluindo o governador de São Paulo, e o atual presidente do Partido.
Mas é bom verificar a cara de Pau destes senadores.
Eu quero votar para presidente da República em Ronaldo Caiado, mas espero que ele não esteja nesta lista, se estiver não votarei nele.
A esquerda fala em defender o pobre e se alia ao rico desonesto para roubar o pobre. Essa foi sempre a pratica da esquerda em todo país e em qualquer época. é só estudar a história. Agora se sabe que o Mandela sempre foi sócio das minas escravagista da África do Sul. Mais um herói inventado para vender contos da carochinha como se fosse a realidade.
www.ronaldobragas.blogspot.com.br
Ronaldo Braga

domingo, dezembro 04, 2016

Morre o 

poeta Ferreira 

Gullar

Criador do neoconcretismo, 

o maranhense faleceu em hospital 

do Rio, de causa ainda não divulgada


Morreu hoje o poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo e tradutor maranhense Ferreira Gullar, aos 86 anos. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na zona sul do Rio. A causa da morte ainda não foi confirmada.
Ferreira Gullar assumiu ao longa da vida uma extensa lista de papéis na literatura. Quarto dos onze filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930 em São Luiz, no Maranhão. Na década de 1950, mudou-se para o Rio, onde, em 1956, participou da exposição concretista que é considerada marco do início da poesia concreta. Três anos depois, realizou feito que lhe consagrou: criou, ao lado dos colegas Lígia Clark e Hélio Oiticica, o neoconcretismo, estilo que valoriza a expressão e a subjetividade em oposição ao concretismo ortodoxo.
Militante do Partido Comunista, exilou-se nos anos 70, época da ditadura militar, e viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Em 1977, de volta ao país, foi preso, no Rio. Após 72 horas de interrogatório, Gullar foi libertado graças à intervenção de amigos com as autoridades do regime. Depois disso, retornou às atividades de critico, escritor e jornalista.
Coleciona uma extensa lista de premiações. Em 2014, elegeu-se para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a vaga deixada pelo jornalista Ivan Junqueira. Doze anos antes, foi indicado por nove professores dos Estados Unidos, do Brasil e de Portugal para o Prêmio Nobel de Literatura (sem sucesso). Saiu vitorioso, em 2007, no Prêmio Jabuti, com seu Resmungos, na categoria melhor livro de ficção – em 2011, ainda faturaria outro Jabuti por sua obra de poesia Em alguma parte alguma. Três anos depois, levou o Prêmio Camões, o mais importante de língua portuguesa.
Por: Reinaldo Azevedo 
Até que enfim mais alguém na grande imprensa se lembra de algo que já observei aqui e em toda parte. Caso o projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade seja aprovado — e a observação vale também para o tal crime de responsabilidade de juízes e membros do Ministério Público —, quem é que vai julgar uns e outros se processados? Resposta: os juízes!
É o que lembra Elio Gaspari na sua coluna na Folha deste domingo.
Procuradores do Ministério Público Federal e associações de magistrados resolveram convocar para hoje uma manifestação contra o Congresso. Não errei em nada: esses são os organizadores do ato, e essa é a pauta.
Trata-se de um evento inédito — e, obviamente, ruim. Estão brincando de choque de Poderes. A esquerda percebeu que se trata de uma oportunidade de ouro para desmobilizar e, em certo sentido, desmoralizar a pauta liberal, que chama de “onda conservadora”.
Não por acaso, Antonio Prata, cujo talento reconheço e cujas teses, no mais das vezes, repudio, anuncia a sua adesão ao protesto. Diz estar em dúvida se vai ou não. É mera hesitação decorosa e estilística. Ele vai. E, do seu ponto de vista, faz muito bem.
Qualquer liberal com um mínimo de discernimento sabe que a roubalheira petista era só um instrumento de algo muito maior e mais nefasto: o sequestro do Estado. Pôr bandidos na cadeia, pouco importa o partido, é só uma obrigação-meio. Tal tarefa deve ser encarada como coisa cotidiana. Transformar isso em finalidade da luta política é coisa de beócios, de energúmenos — não é nem de direita nem de esquerda; só é coisa de gente burra. Mas a burrice anda imodesta…
A cada vez que leio ou ouço na imprensa a expressão “a Câmara desfigurou o projeto do MP”, penso — e depois escrevo: “Que coisa mais cretina!” Em primeiro lugar, o papel do MP não é legislar. Ou é? Em seguida, constato — e depois escrevo: ainda bem que quatro das 10 medidas foram jogadas no lixo mesmo. Eram fascistoides. Outras também caíram. Não é o fim do mundo.
Antonio Prata vai ao protesto. Eu não vou.
Eu não vou porque o Ministério Público tem todo o poder de que precisa. E suas tais 10 Medidas não eram contra a corrupção exatamente, mas a favor de mais poderes para o… Ministério Público.
Eu não vou porque, com as leis que já temos, o Ministério Público meteu na cadeia parte considerável do PIB, um ex-presidente da Câmara e um senador. E vai mais gente.
Eu não vou porque, com as leis que já temos, delações premiadas vão botar na berlinda umas duas centenas de políticos, que serão, havendo os indícios necessários, devidamente processados.
Eu não vou porque, com efeito, sou contra a forma que tomou o crime de responsabilidade de juízes e membros do MP (isso não vai prosperar), mas sou favorável ao projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade.
Eu não vou porque fiz um desafio ao juiz Sérgio Moro e ao procurador Deltan Dallagnol — que dissessem qual trecho do projeto inibe a Lava-Jato —, e eles negaram fogo.
Eu não vou porque Moro teve a chance, no debate com Gilmar Mendes, de revelar qual parte do projeto atrapalhava as investigações, e ele não o fez.
Eu não vou porque o juiz se limitou a afirmar que não “é hora” de votar um texto que combate abuso de autoridade. Como eu aprecio a língua portuguesa, entendo que então existiria um momento para o… abuso de autoridade. Sou um democrata e não posso concordar com isso.
Eu não vou porque, como lembrou Gaspari, se juízes e procuradores não confiam nos juízes e procuradores, por que eu haveria de confiar?
Eu não vou porque essa é uma agenda de demonização do Congresso, o mesmo que terá de votar as reformas. Desmoralizá-lo interessa a quem não quer as reformas liberalizantes — e por isso Antonio Prata vai.
Eu não vou porque essa suposta agenda de combate à corrupção é, na verdade, uma agenda e combate às reformas. Não por acaso, estão sendo lideradas pelas duas categorias mais bem-pagas pelo Estado brasileiro: procuradores e juízes.
Eu não vou porque, à diferença do que dizem os senhores procuradores e juízes, o país está, sim, avançando no combate à corrupção. E isso se faz com reformas contínuas, não com atos de força, que buscam desmoralizar o Congresso, sem o qual não se fazem as… reformas!
Eu não vou justamente porque apoio a Lava-Jato, mas eu a quero como operação do Estado, não como ato voluntário de quem ameaça renunciar — como se isso fosse possível — caso suas vontades não sejam satisfeitas.
Eu não vou porque é mentira que a Lava-Jato corra qualquer risco.
E, sabendo que Antonio Prata vai, fica ainda mais claro por que eu não vou. Eu até poderia dividir com ele a mesa de um bar, mas não uma manifestação — quer dizer: quem sabe uma a favor de Montesquieu…
Quero o Ministério Público ocupando-se do seu trabalho. E seu trabalho não é fazer política, demonizar os políticos, conceder entrevistas coletivas a cada dois dias e cevar jornalistas com vazamentos seletivos.

sexta-feira, dezembro 02, 2016


 O PAÍS DIZ NÃO AOS INCENDIÁRIOS

Os insensatos sempre disseram bobagens e nunca sabiam exatamente o que diziam. O comunista Nikolai Bukharin( 1888-1938), escreveu em um panfleto, em 1917 " no passado nós exigimos liberdade de imprensa, pensamento e liberdades civis, porque nós estávamos na oposição e precisávamos de liberdades para conquistar. Agora que o conquistamos, não há mais necessidade para estas liberdades". Bukharin foi julgado e condenado à morte nos expurgos de março e fuzilado em 1938 pelo poder que não precisava de liberdades que ele defendia. Se vivesse em uma democracia burguesa, por certo não seria fuzilado.
É exatamente pelo equilíbrio, e pelo respeito às divergências que o estado de direito tem que ser respeitado e as leis respeitadas e nenhum poder pode ser maior que o outro, não podemos ter um super Judiciário, que tenta a todo custo manter seus super salários e faz qualquer coisa para isso e na hora que tiver o super poder é bom lembrar de Bukharin. Nem o congresso pode legislar em defesa própria, nem o judiciário pode querer legislar, pois sua função é outra dentro do que outorga a constituição.
O Brasil corre risco sim, mas o povo tem mantido distancias destes grupos insanos que dizem uma coisa mas defendem outras coisas e bastante escusas.
A extrema direita teme o liberalismo, pois o mesmo não compactua com extremos e nem busca ditaduras, a esquerda e a extrema esquerda são irmãs e só se matam quando pegam o poder, ai é grupo destruindo grupo, é só estudar a história do poder dos comunistas na Rússia.
PT, PCDO, PSOL, não querem nada mais e nem nada menos que a destruição do Brasil, para viabilizar seu discurso do ódio e salvar seus bandidos da cadeia e ai inclui o chefão Lula. A extrema direita aposta na bagunça, na tola esperança de um golpe militar e nestas duas apostas, a da esquerda e a da extrema direita, quem sai perdendo é o povo.
Já os liberais, apostam no bom senso, no equilíbrio, no avançar com cautela, pois quem tem pressa tem que fazer devagar, senão faz duas vezes e o país com suas leis atuais, tem dado resposta e prendido ricaços e políticos de capa dura. Agora é necessário desmascarar os arautos do incêndio contra os interesses do povo e isto tem sido feito nos programas de Reinaldo Azevedo, pelo MBL e por alguns poucos jornalistas, que sabem que esta não é a hora de resolver tudo, esta é a hora de resolver aquilo que se torna supra necessário, como deixar a lava jato trabalhar sem super poderes, fazer as reformas aprovando a pec, tanto do teto como da educação e esperar a eleição de 18, para avançar mais com uma proposta aprovada nas urnas.
Mas é o que alguns de interesses menores tentam impedir, tentam levar o país ao caos, para que gente como Joaquim Barbosa, vença, Barbosa, o Joaquim, que foi chamado de macaco por petistas e que tem a coragem de dizer que a crise econômica é culpa de Temer e não do PT, revelando que ou é um completo louco ou é um completo desonesto e então eu lembro de Collor e de sua eleição.
O Brasil não precisa de salvadores, não precisa de juízes com super poderes e altos salários, o Brasil precisa é de gente com equilíbrio e com ideias que saibam o que mudar rápido e o que deve mudar devagar. O Brasil precisa conhecer as propostas em sua inteireza, ler as propostas, e não ficar ouvindo este ou aquele que diz que faz mal a educação. Leia e tire suas próprias conclusões.
Se você não leu uma proposta, como pode afirmar que ela não presta? Não acredite em ninguém antes de ler, é a sua inteligência que deve guiar seus passos e quando alguém não ler e sai propalando partes negativa daquilo que não leu, se mostra guiado pela burrice.
Pergunte -
Onde na PEC do teto, vai prejudicar a saúde, a educação?
Onde na PEC do ensino é ruim para os estudantes pobres?
O Brasil precisa conhecer o que é conservadorismo, pois gays tem liberdades em países conservadores e são assassinados em países revolucionários, o país precisa conhecer o que é liberalismo.
O Brasil precisa conhecer as barbaridades cometidas pelos comunistas em nome da falsa melhoria da vida do povo.

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Ronaldo Braga

quinta-feira, dezembro 01, 2016

A ESQUERDA É UM JARDIM MORTO

Estamos vivendo um momento perigoso, onde canalhas, disfarçam suas intenções e jogam gasolina no fogo e claramente não desejam apagar o fogo e sim destruir qualquer possibilidade disto acontecer,  ir em frente neste momento é exatamente ter a lucidez de saber lidar com o que não presta e respeitar as instituições, por isso que é de bom tom, não aprovar nenhuma lei neste momento que visa punir o judiciário, como também não se pode neste momento destruir o legislativo, neste momento precisamos manter os avanços e prosseguir firme para atravessarmos esta conjuntura e esperar 2018, para enfim com um presidente eleito e um programa consagrado nas urnas o país encontrar seu rumo.
Não é com posições extremistas nem nesta multidão de solitários em torno de um jardim morto, que o Brasil poderá encontrar um caminho seguro.

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Ronaldo Braga

sábado, novembro 26, 2016

UMA ALEGRIA TRISTE

O Bahia subiu, mas não por sua capacidade, não por seu próprio mérito, o Bahia na última partida foi um time medíocre, sem nenhuma confiança em seu elenco, jogando apenas na retranca e esperando que o outro erre e não buscando vencer, desesperadamente tentando não perder, conclusão, só perdeu de 2 a 1, devido ao adversário ter jogado tranquilamente sem forçar.
Mas a verdade é que se se examinar o Bahia jogando o campeonato, se pode perceber que não se deveria esperar outra coisa, foi um time sempre covarde, que mesmo quando tinha um jogador a mais jogava na retranca, várias vezes ganhando de dois a zero, e com um jogador a mais, o Bahia cedeu o empate, como na partida contra o CRB.
O resultado deste time que não honra a sua história se deve à uma diretoria, formada por pessoas arrogantes, que não conhecem futebol, mas que se acreditam geniais, um treinador fraco, um elenco caro, não sei por que , uma vez que não vejo jogador ali que possa ser caro, deixando uma suspeita de que muita gente ganha, além do jogador, destes salários assim tão altos.
Mantendo esta toada, o Bahia sobe para descer, este time fraco para a serie B, é candidato sério a ficar na lanterna na serie A. Para mudar e voltar a ser um time vencedor e honrar a sua história é necessário um planejamento, buscando jogadores bons, pelo menos 14 jogadores de qualidade serie A, mesclar com jogadores da base e manter no máximo 4 atletas deste atual elenco, como por exemplo, Juninho.
A torcida do Bahia é maior que a sua diretoria e bem maior que este time digno de uma terceira divisão, time sem vergonha com um treinador medroso.

Ronaldo Braga

quarta-feira, novembro 16, 2016

Felipe Moura Brasil comenta na Rádio Gaúcha vitória de Trump e cenário brasileiro para 2018


A DIREITA PRECISA MUDAR

Uma das coisas mais fortes do liberalismo político, é o empreendedorismo, o indivíduo ou pequenos grupos se unem e trabalham uma ideia e vão a luta por melhores condições de vida,. A esquerda só faz isso no sentido de militância, são empreendedores na sua militância, claro que paga e com dinheiro sempre de origem duvidosa. Uma minoria radical ocupa uma escola e fica uma pergunta cadê a maioria?
Ora basta a maioria se reunir fazer uma outra assembleia e anular o resultado feita pela minoria. E ainda fazer um documento com assinatura da maioria e pedir que a policia, a justiça tome providências, não precisa e no local se bater com os meliantes invasores. Entrega o documento a todas as esferas envolvidas no processo, incluindo aos da defensoria, quero ver o que eles vão dizer: a minoria tem mais direito? Claro que não, ficará sim refém da realidade e não da patologia cega da militância de quem recebe do povo para proteger o povo e protege uma ideologia em detrimento dos interesses do povo.
Uma coisa é certa, enquanto a maioria permitir, a minoria fará o que quer em qualquer área e se baseiam justamente que a maioria ficará em silêncio mordendo a costa e falando nos cantos contra a invasão. Atitude é o que precisa e assim colocar os meliantes pra correr com o apoio da lei e da ordem.
Estudantes contrários às invasões de qualquer escola invadida, pode fazer sua assembleia, registrar em ata e pedir à justiça, à policia e comunicar à imprensa e desmascarar esta minoria fascista, que com a truculência tenta fazer o Brasil refém das doenças esquerdistas.
Vamos à luta estudantes que querem estudar, trabalhadores que querem trabalhar, vamos dizer não à CUT, dizer não à UNE, pois tanto CUT, quanto UNE, querem apenas destruir o Brasil para o PT ou qualquer esquerda governar.

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Ronaldo Braga

terça-feira, novembro 15, 2016

NÃO EXISTE NOVA ESQUERDA. O DISCURSO DE UMA NOVA ESQUERDA É UMA FALÁCIA

O mundo dos sonhos das esquerdas, é justamente a quebradeira do previdência social, tanto a do país como a dos estados, é assim que eles sonham em voltar ao poder, vão tentar impedir qualquer providência, qualquer atitude do governo, seja estadual ou federal, no sentido de regularizar e sanar as dificuldades. As esquerdas não se importam com os aposentados, assim como não se importaram em produzir uma gigante leva de desempregados no país, e depois mentir e colocar a culpa no Temer.
Ouvindo um esquerdista, dito informado, a primeira coisa que você percebe é que a fala do senhor esquerdista em nada bate com a realidade, ele fala de uma esquerda que não existe, doura a pílula, no intuito de enganar, um ladrão nunca diz que vai lhe roubar, ao contrário, afirma que quer lhe ajudar e ai se aproxima e comete o golpe que lhe rouba suas economias, assim é também com um esquerdista quando este é bem informado, ele fala de um projeto esquerdista, de uma nova esquerda, que nunca existiu e nunca vai existir, pois em todo momento quando fracassa um projeto de poder esquerdista, os novos esquerdistas aparecem e diz que aquilo não representa e nem representou a esquerda e que pelo contrário aquilo atrapalhou o desenvolvimento da esquerda, mas ai vem um outro governo e tudo aquilo se repete e eles não deixam de apoiar o que significa atrapalhar a esquerda, como a ditadura de Cuba. Os bem informados concordam que Cuba não é um estado dos sonhos, mas no entanto apoiam e lutam desesperadamente por Cuba.
Um esquerdista bem informado tem a tarefa de enganar incautos, enganar quem não conhece a história e acaba acreditando naquele moço bem falante que foi traído por gente de sua ideologia, mas que tem o interesse exclusivamente no povo e em manter a democracia, mas a primeira coisa que morre quando a esquerda chega ao poder é a democracia e a segunda é o emprego do povo. O governo Lula primeiro tentou matar a democracia e depois matou os empregos
Para a esquerda, quanto pior estiver a economia do país, melhor para seu discurso arrogante, mentiroso e de guerra, as esquerdas são como os urubus, vivem de carniça, vivem da miséria, precisam da miséria e depois aumentam mais ainda a miséria transformando adultos em crianças e governando com tirania, em busca do governo eterno: o delírio de qualquer partido esquerdista no poder.
Democracia, bem estar, economia funcionando isto é somente projeto de direita diz a esquerda, não no discurso, mas com sua pratica, e essa é uma verdade incontestável: a direita governa para o povo mais que a esquerda.

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Ronaldo Braga

sexta-feira, novembro 11, 2016

LULA FALA PARA AS BARATAS

Nos idos de 2007, 2008, eu sentia que o Lula acabaria falando para as baratas e que de sua voz, em breve, não teria mais nada de valor, eu dizia isto, somente medindo o que dizia o Lula, suas bravatas, suas baboseiras, que eram encobertas por uma avalanche de propaganda e por uma política que tinha data marcada para fracassar. O Lula falava e um sentimento de tristeza tomava conta de minha alma: este cara é o presidente. O seu estilo de pilantra ficava cada vez mais claro e sua pilantragem cresceu demasiado até que ficou maior que o apoio e a tietagem daqueles que esperam cair as moedas e também daqueles que por interesses patológicos se apegam ao Lula, com uma força inumana.
O apoio do povo ao Lula, se deu em um primeiro momento como uma esperança, depois a ficha caiu, a política desastrada de endividar o país e as famílias foram ficando claramente identificada e se percebeu que não tinha nenhum projeto desenvolvido para o Brasil e sim para enricar o Lula e manter o PT no poder, então todo apoio dado no mensalão, se transformou em uma revolta, o povo se sentiu enganado, roubado, tratado como criança e ai então veio o abandono e o povão principalmente, percebeu que o Lula não era e nem é mais nem menos que um aventureiro que usa a situação difícil do trabalhador apenas como escada para ganhar dinheiro e poder.
Hoje Lula não elegeu nem o filho para vereador, mas no entanto seus pares, repetem o mantra que a direita tenta impedir o Lula de ser candidato, ora, hoje o Lula é o melhor candidato para ser derrotado, assim como foi antes de tirar a mascara e se unir aos políticos que gostam do cofre público e tinha alguma relação com o povo e eram chamados, de forma equivocada, como direita. o povo asseriu nas eleições de 2016 que Lula não tem mais voz e nem voto, não tem resiliência nem o PT e nem o Lula, mas o povo brasileiro sob apostar e descartar quando a aposta se mostrou uma fraude.
Lula não será candidato e se for, será nanico, pois seus votos serão os mesmo da década de oitenta, mas sem o charme que tinha, uma vez que nos anos 80, o Lula era uma voz futura, pouca gente sabia que ali estava um embusteiro, a esquerda no Brasil era uma lenda, tinha um bom caldo cultural e mesmo em um país conservador, acabou por vencer, como uma aposta. Hoje a esquerda é comprovadamente incompetente, corrupta e todos sabem que seus planos são baseados em mentiras, sabotagens e armadilhas contra o povo: a esquerda odeia o povo. Hoje o povo sabe disso.
Ser uma voz que fala às baratas é o que resta ao Lula, com os bolsos cheios, ele deve sorrir e muito bebendo seus vinhos caros, mas seu destino pode a qualquer momento mudar e este grupo cada vez menor que o acompanha, será cada vez menor.
Quando o Lula fala, o povo vira as costas.

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Ronaldo Braga

quarta-feira, novembro 09, 2016

É MAIS FÁCIL OFENDER

Reinaldo Azevedo, da veja, chama de bananas quem não, engoliu seu apoio à Hillary.
Acredito que alguma coisa anda errado quando alguém chama de banana quem aponta alguma falha. Eu me espanto ainda, mesmo pessoas capacitadas são capazes de reagir com ofensas.
E a verdade é que  tentaram generalizar as propostas de Trump, difamando mais que informando, deformando as ideias que ele apresentou para mostrar ao mundo um Trump que cabia nas cabeças que de forma disfarçada queriam a vitória de Hillary a qualquer custo e usava um Trump imaginário para justificar a escolha.
Eu continuo lendo e o que quero, quando aceito, eu elogio e o que eu não aceito serei banana, mas não deixarei de criticar e sei que para um espírito elevado, aceitar as criticas, sejam elas em tom de ironia ou não, é uma condição de espírito elevado.
Então sinto muito senhor jornalista Reinaldo Azevedo, mas não fica de bom tom engolir bananas assim.
Abraços
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Ronaldo Braga
O POVO AMERICANO DISSE NÃO À GESTÃO OBAMA

Donald derrota toda uma onda de mentira e arrogância da mídia esquerdista americana, todos os comentários do Donald, sobre relação com as mulheres, sobre mosquitos, sobre ets, feitos décadas atrás, foram usados para derruba-lo. Aqui no Brasil alguns embarcaram na canoa furada do discurso anti Donald, por razões as mais variadas, para mim o estranho era não se ter em conta que quem estava do outro lado era Hillary, que tornou o mundo um lugar mais perigoso com sua terrível política externa.
Donald tem direito sim de discutir a questão dos imigrantes, todo país tem o direito de discutir essa questão e tomar a atitude que achar a mais interessante para o seu próprio país,não podemos e nem devemos calcar a posição do outro pela nossa própria realidade, a cada um cada um.
Neste momento, alguns torcem o nariz para esta vitória, mas logo logo vão  compreender que cada povo é soberano e o Donald também ganhou o senado, ao contrário do que dizia os chamados especialistas que apontavam uma vitória dos democratas.
O povo americano reprovou a gestão Obama, essa é a discussão ignorada por sábios e analistas, brasileiros e americanos.

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Ronaldo Braga

terça-feira, novembro 08, 2016

VOTARIA EM TRUMP, SE VOTASSE NOS EUA

Assim como, nem todas previsões negativas sobre a eleição de Obama se concretizaram, algumas sim, como a derrocada do Oriente médio, por que com a eleição de Trump não poderia acontecer a mesma coisa?
Eu votaria em Trump, prefiro um direitista equivocado que um esquerdista também equivocado, ou Hillary é uma esquerdista com boas intenções?
Acredito que cada um faça sua escolha, mas alguns argumentos contra o Trump não se sustentam, quando se faz a opção por Hillary.
A corda vai esticar mais um pouco e os esquerdistas com Hillary ganham mais palanques para destilar suas mentiras e destruir valores mundo afora. Obama foi sim um recuo na busca de um mundo mais justo, discurso e mais discurso em prol do pobre, enquanto o pobre ficou mais pobre e as universidades antros de esquerdistas ficaram com mais dinheiro e mais prestigio e mais espaço nas mídias e quando se fala em universidades, se fala em atrocidades contra a verdade e uma capacidade inumana para distorcer a realidade.

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Ronaldo Braga

sexta-feira, novembro 04, 2016

FELIPE MOURA BRASIL - Vídeo especial – Como influenciar pessoas para o bem

Viktor Frankl e Dennis Prager
Viktor Frankl (1905-1997) e Dennis Prager



Na TVeja:
“O colunista Felipe Moura Brasil conta sua experiência de convidado da PragerU em Los Angeles e faz uma edição especial do discurso de Dennis Prager no jantar que celebrou 150 milhões de visualizações. Acompanhe!”
* Site oficial da PragerU: www.prageru.com
* Canal da PragerU no Youtube: AQUI.
Aplicativo da PragerU para celular (Pragerpedia): AQUI. / Vídeo de apresentação: AQUI.
* Página dos Tradutores de Direita, onde há, entre outros, vídeos da PragerU legendados em português: AQUI.
* Veja também aqui no blog:
Por que eu, brasileiro, sou um conservador
– O mínimo que você precisa saber sobre a imprensa
Quem odeia corrupção tem de combater inchaço do Estado
– 4 vídeos curtos para entender relações Israel-Hamas-ONU e conflito no Oriente Médio
PS: Meu vídeo para a PragerU estará disponível em breve. Aguardem.
Felipe Moura Brasilhttp://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Siga no Twitter, no Facebook e no Youtube.

quinta-feira, novembro 03, 2016


FRENTE DE ESQUERDA COMANDADA POR DOUTORES E MESTRES, LEMBRA O MASSACRE DE RUANDA

É espantoso, verificar que enquanto o discurso desta esquerda universitária, que em nada se difere da não universitária, fala em povo, em pobre, em negro, em mulheres, na pratica esta universidade não tem nada de favorável a este povo, o que eles querem é proteger os que repetem seus discursos, se não repete, não vale nada mesmo sendo mulher, se não repete não vale nada mesmo sendo negro, se não repete não vale nada mesmo sendo pobre. Estes doutores, são de uma arrogância ímpar, autoritários, lutam por uma ditadura do proletariado que é na verdade a volta do absolutismo real, sem o rei, mas com o partido único, fuzilando pobre e negro que não aceitam suas cordas.
Enquanto combatem a riqueza, vivem como monarcas no luxo às custas do suor alheio. Defendem uma tese furada e fraca, sem nenhuma coerência com a vida humana, o marxismo é na verdade uma bíblia e como bíblia não precisa ter nenhuma coerência, pois advém do Deus Marx, defende ideias como: fuzilar os povos primitivos, pois eles, o povo primitivo, não poderiam se adaptar à vida revolucionária; sindicato não deve defender melhoria no salário e nem nas condições de trabalho,pois trabalhador que ganha bem vira burguês.
Culturalmente é mais ainda espantoso perceber como estes doutores e mestres são de uma fanfarronice sem tamanho, inventam teses para amarrarem a vida do povo em suas fantasias, não respeitam a cultura popular e nem tendo a base da história como regulador das mudanças, mas sim, impondo ao povo uma cultura, fruto de teorias mortas e mentirosas, falsas, sobre a própria história, é bom se estudar o aconteceu em Ruanda,que teve o massacre de uma parte da população patrocinada a partir de teses homicidas de doutores e mestres das universidades de Ruanda, isso eles sabem fazer: oprimir, massacrar,dominar, matar, em nome de um suposto bem coletivo que no fundo é apenas o bem deles.
O Brasil precisa por fim a esta realidade, uma vez que a rigor estes senhores, doutores marxistas, fazem na pratica, muito mal a educação, a cultura e a política do país.

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Ronaldo Braga

quarta-feira, novembro 02, 2016

NA ELEIÇÃO DE 2016 O POVO COLOCOU A ESQUERDA EM SEU LUGAR: A LATA DE LIXO DA HISTÓRIA

O povo de uma forma própria,  vive naquela zona de controle, que busca escapar dos extremos e só confia em um discurso novo quando o que existe não mais cabe nas ilusões e nem mais permite ter esperanças, assim como volta para o velho que não tenha sido um completo desastre mas que acredita com segurança que foi melhor do que aquilo que como novo se apresentou como a redenção e foi apenas um desastre completo.
Esta eleição de 2016 deixa claro o apoio do povo ao impedimento de Dilma, o apoio ao governo Temer e o desejo de se livrar por completo do discurso esquerdista, 81% do eleitorado votou em candidatos que apoiam o temer, e somente menos de 15%  das cidades serão governadas por esquerdistas, o país portanto tomou posição e contra o marxismo .
Mais alguns recados deixa bem claro a forma do povo pensar:
-  Lula como político não é mais suportado pelo povo;
- Aécio Neves não será perdoado por não saber fazer política em seu próprio quintal;
- Geraldo Alckmin é o grande vencedor desta eleição, soube conduzir a luta contra os sabotadores do povo (PT,pcdob,psol) de forma elegante e eficaz;
- Temer ganha tempo;
-As ocupações das escolas apenas revelam o desespero das esquerdas e seu fracasso, o povo se afasta mais ainda desta turma que só conhece a sabotagem como forma de fazer política;
- o Brasil, mostra que sabe ler conjuntura e que não se apega a discurso, mas testa ideias e quando fracassam, elas são jogadas na lata de lixo da história;
- a eleição de 2016 fez o que todo país já fez antes: jogar a esquerda na lata de lixo da história, que é o lugar certinho e do tamanho das esquerdas;
- só resta às esquerdas fuzilar o povo pobre por não saber votar, Vladimir Ilitch Lenin ou Lenine como é conhecido, já fez isso.
Agora é manter o trabalho e ficar atento, pois sabotadores não respeitam a vida.
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Ronaldo Braga

Documentários celebram as trajetórias de David Lynch e de Toshiro Mifune

 
Luiz Zanin Oricchio,
O Estado de S.Paulo
01 Novembro 2016 | 20h00

Duas grandes vidas, sem dúvida. A de um cineasta, com dois pés fincados nas artes plásticas, David Lynch. E a de um grande ator, para muitos o maior do seu país, Toshiro Mifune. Retratadas em dois belos documentários: David Lynch: A Vida de um Artista, direção de Jon Nguyen, Olivia Neergaard-Holm e Rick Barnes, e Mifune: o Último Samurai, de Steven Okazaki.
O próprio Lynch descreve sua vida enquanto trabalha em seu estúdio. Suas mãos moldam e pintam, enquanto ele reflete sobre sua trajetória, da pequena cidade de Missoula até algo que muda tudo, uma bolsa de estudos do American Film Institute, que viabilizou seu primeiro longa, Eraserhead.
Mas o doc para por aí. Não avança até os grandes sucessos cult de Lynch, Veludo Azul e Twin Peaks. Limita-se aos, digamos assim, materiais de construção com que ele trabalha para criar os pilares de sua carreira de cineasta. É um Lynch pré-cinema, mas que ajuda demais na compreensão do Lynch cineasta. Em especial, por sua atenção aos dados da mente profunda, do acaso, a importância da escolha das imagens, a preservação do mistério das coisas, os limites da compreensão racional – tudo isso que, aplicado em filmes, resulta numa obra de límpida estranheza, mas que não deixa de tocar seu público. Apenas se comunica em um nível segundo, numa espécie de conversa íntima de inconsciente para inconsciente.


Foto: DivulgaçãoLynch. Filme não avança até seus grandes sucessos cult
Lynch. Filme não avança até seus grandes sucessos cult
O Último Samurai tem seu grande trunfo na riqueza do material apresentado, fato que se deve à carreira longa e produtiva do personagem. Toshiro Mifune participou de mais de 170 filmes e tornou-se o grande ator da era de ouro do cinema japonês. Em especial, encarnando a figura do Samurai, do guerreiro medieval. Desses 170 filmes, nada menos de 16 foram feitos sob a batuta do grande mestre Akira Kurosawa, em obras-primas como Rashomon e Yojimbo. Dois títulos que tiveram grande influência no mundo todo. Mas Toshiro, para faturar, trabalhou em obras muito comerciais. E enfrentou problemas com o alcoolismo, fato que o filme não esconde.