sábado, julho 25, 2015

Bob Dylan Live
at the Newport
Folk Festival





Em um dia muito especial

Manhã em Lajedão

para Doravaqueira, mulher guerreira e destemida.



Ela com uma faca na mão tremia nas ruas e o sangue da outra descia pelos seus dedos aliviando e oprimindo seu doído peito. O sol escaldava passados e a filha, por escolha e não por sangue, martelava suas lembranças entre o sentimento de mãe e a dor da traição.
O mugido do boi ainda ocupava seu crânio em um desesperado jogo de ilusão e certeza e uma triste sensação da tarefa não cumprida agoniava seu andar firme por entre os tropeços de seus pensamentos .
- Vou mata-la e dessa vez não errarei, não posso errar - gritava seu silencio enquanto caminhava voando por entre pedras e carros deLajedão.
A ideia fixa de matar os dois competia com a certeza de se entregar.
A faca colada ao braço e presa à mão direita a fazia forte e determinada, não, não era possível a cena daquela manhã,
A lembrança da nudez feria seus olhos numa cegueira de morte e dor, ele e ela na sua cama riam do suor que ela derramava no pasto e enquanto o dia berrava desesperos contidos, a beleza calada a observava em um trabalho árduo mas carinhoso com o seu jeito de ser mulher.
Bois e vacas e cavalos, o seu dia duro era a sua vocação e não a fazia tremer, antes enfrentava chuva e o sol ardente com um sorriso belo nos olhos e gestos firme e sedutores de mulher.
A cidade covarde se escondia em falsas bondades e pedidos de justiça, e ela sabia que a justiça ela fazia ou então era somente enganos e sofrimentos e fugas. Não, ela sabia o que queria e fugir não combinava com o seu existir, o que ela temia era ter falhado no ato e permitir quevíboras assim respirassem um novo dia.
Matar era preciso, mas também viver era preciso a filha dela era a sua filha querida e ela viveria pela criança.
O dia caminhava lento e preguiçoso e com faca na mão se dirigiu até a lei.

ronaldo braga

segunda-feira, julho 13, 2015

Tom Zé - Tom Zé -
1970 (Álbum Completo) 




O CARA É FERA DESDE SEMPRE

sexta-feira, julho 10, 2015

O PAPA E O CÃO, OU O PAPA DO CÃO?

O perdão é a base da vida, mas é preciso que o pecador se perdoe e se recupere e tenha uma outra pratica de vida, mas o que assistimos desta ação do papa com o comunismo, é  uma capitulação do papa ao comunismo e não um perdão, o papa se comporta como um algoz das vitimas, ele mata as vitimas de novo, e justamente em um governo que vem assassinando pessoas em tiroteios inventados, perseguindo opositores, como sempre fez qualquer governo de esquerda que tem o comando sem precisar de aliados liberais.

Triste se assistir  a fatos assim, o papa quer ser pop e para isso se alia aos demônios, aos inimigos da vida, aos matadores de cristão e de ateus que não sejam comunistas, o papa se alia aos odiadores da vida e da democracia e fica uma pergunta, o que quer esse papa? Pra onde vai essa igreja? Pregar no inferno? ou se aliar ao inferno e passar férias no inferno e marcar uma reunião com o diabo?

Perdão não é capitulação e nem tampouco é passar a mão na cabeça, Evo Morales é um senhor que ama o dinheiro, é um capitalista, mas como qualquer comunista, não quer correr o risco da propriedade privada, que corre qualquer capitalista da produção, do trabalho, prefere ter os trabalhadores como escravos e ter o país como seu quintal.
Chega pra lá papa do cão.

www.ronaldobragas.blogspot.com
R.B.Santana

sábado, julho 04, 2015