sábado, março 28, 2015

Ponerologia: Psicopatas 

no Poder

Preço Unitário (Un): R$49,00

Autor: Andrew Lobaczewski

Descrição: 
Não é preciso nenhum estudo especial para saber que,
invariavelmente, o discurso comunista, pró-comunista ou esquerdista
é cem por cento baseado na exploração da compaixão e da culpa. Isso
é da experiência comum.

Mas o que o dr. Lobaczewski e seus colaboradores descobriram foi
muito além desse ponto. Eles descobriram, em primeiro lugar, que
só uma classe psicopatas tem a agressividade mental suficiente
para se impor a toda uma sociedade por esse meios. Segundo:
descobriram que, quando os psicopatas dominam, a
insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo
o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno.
Terceiro: descobriram que isso acontece não porque a psicopatia
seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas
que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores,
se tornam presas de uma sintomalogia claramente histéria, ou
histeriforme. O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir
aquilo que disse - e, na medida em que aquilo que disse é a cópia
de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases
onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas
 perpecções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica
emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma
agressão, um insulto. - Olavo de Carvalho (trecho do prefácio)

sexta-feira, março 20, 2015

terça-feira, março 03, 2015

Marco Antonio Villa: ‘O Brasil não tem medo do PT’

MARCO ANTONIO VILLA
Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, teria uma nova recessão.