segunda-feira, novembro 26, 2012

a poesia de joão pedro braga


O raso

Há tanto
Que parece ser escasso
Tanto o tempo quanto o resto
No limite de espaço.

Que em ti reside
O Raso.

Mas nem tudo é oque aparenta
Tire a venda dos seus olhos
Que são as janelas da tua alma.

(João Pedro Braga)

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