sábado, setembro 27, 2008

como fazer um politico




a preparação do defensor dos pobres

sexta-feira, setembro 26, 2008

a poesia de orlando pinho

consumidores atávicos abjetos ativos
estragam matam devoram qualquer coisa
que se mexe
aprisionam aliciam docilizam
todo corpo vivo
revolvem escavam reviram toda
espécie de brilho
mares rios florestas solos
mentes corpos construções espíritos
tudo depósito de lixo
não sobra sol pra coração nenhum
pulsar em paz
a não ser em estado omisso.


orlando pinho nasceu em santa barbara e mora em cachoeira ba

quinta-feira, setembro 25, 2008

interditado 9



com a poesia de
joão de moraes filho

domingo, setembro 21, 2008

NOVO BLOG

venha, leia e fale pra todo mundo

do blog

http://www.diariosdosonho.blogspot.com/

sexta-feira, setembro 19, 2008

a poesia

Na solidão
a poesia, mordendo
entre,
os sopros não compreendidos dos amantes,
é uma aparição desalmada e desesperada na alma,
desabrochando as tristezas aos borbotões.

No verão
a poesia nos convida,
em fluxos invernosos
a extrapolar serões e assassinar beijos.

A poesia então,
crua,
cresce
a desafiar o cantar surdo
de todos os lares.

E potente,
a poesia,
nos chama
a beber o veneno do silencio e
matar para sempre o amor.

No silencio do nada,
a poesia
expulsa para longe de si,
o gosto amargo da felicidade
e dorme o sono da flores,
ouvindo as canções soturnas e delicadas.

E lá fora um desalento, um insistir...

E lá fora um insistir, um desalento...

Ronaldo braga

interditado 8




Apoesia de
NUNO GONÇALVES

http://www.diariosdosonho.blogspot.com/

UM NOVO CONCEITO EM BLOG.

terça-feira, setembro 16, 2008

novo blog

Agora tenho um novo blog, um novo canto de sonhos.
Visite o

http://www.diariosdosonho.blogspot.com/

e
toda semana
nova postagem.

abraços
ronaldo braga

sábado, setembro 13, 2008



raul seixas em 1973

sábado, setembro 06, 2008

vaciando el costal

Qué día este!
tuve que estar tambaleando
con un pie en este mundo
y otro, quién sabe dónde
.
.
.

Qué instante este!
en honor a la verdad
me siento un poco abrumada.

Pregunto: ¿quién soy? frente al espejo,
y veo venir a una niñita
navegando su silencio color sepia.

El frío inverosímil sugiere chocolates, mimos y dulces.
Nada de timbres, de icebergs.
Nada, que reste
a este calor, que hemos logrado.

Qué momento sin ungüento!
quiero creer que el cuenco roto
aún puede regar.

GRACIELA MALAGRIDA

terça-feira, setembro 02, 2008