sexta-feira, outubro 12, 2007

a poesia de alyne costa

Teço tranças e rasgo fios
Vejo luas e rabisco navios
Febres
Odores
Calafrios
E se me calo, verbos flutuam
No parapeito do que hei de ser
Pertenço a qualquer lugar que me comporte
Minh`alma é crespa
Cultuo vendavais de toda sorte
Tensa
Suturo incertezas de um destino que rompe tardes
Arde
Atritos sobre o magma adormecido de um vulcão
Vertente
Poesia é o meu espelho oculto em erupção.

Alyne Costa
www.docafundo.blogspot.com

2 comentários:

Anônimo disse...

A cada poema da poeta Alyne Costa, vindo ao lume, traz a minha certeza que é uma das mais belas vozes líricas da Bahia.
Miguel Carneiro

Anônimo disse...

a cada poema da poeta Alyne Costa me traz a certeza de que seja uma das mais belas vozes l�ricas da terrinha da BA�A DE TODOS OS SANTOS
MEU BEIJO MINHA POETA
MIGUEL CARNEIRO