quinta-feira, junho 28, 2007

A Barca Velha da Linha de Cachoeira

Felisberto Caldeira Brant Pontes,
não estamos mais em mil oitocentos e dezenove
e tua barca de vapor
não vai da Metrópole ao Sertão.
Não sobe mais Paraguaçu...
Dorme num banco de areia
perto da lancha "Albatroz"e seus instrumentos de navegação.
Os motores, que são ingleses,
lá no fundo da Baía naquela imensidão
de algas, sargaços, ferrugens
e o passear da arraia, e ferrão.
Mergulhadores procuram
em meio àquela marola, tempestade com trovão
por tua proa, teu convés
nas águas que vêm de Riachão.
O Jacuípe, porém, corre morto,
desaguando pouco a pouco,
pleno de poluição.
Felisberto Caldeira Brant Pontes,
meus olhos marejados de cegueira,
catarata e solidão...
buscando no porto, em vão,
o atracar da embarcação.
Felisberto Caldeira Brandt Pontes,
dez horas de uma manhã clara
cais do porto Conceição.
Turistas embarcam apressados
aos gritos dum capitão...
Não mais teu vapor velho
e o apito soa-me surdo:
Vou-me embora,
vou-me embora...
Vou-me embora pro Sertão...

Miguel Carneiro

quarta-feira, junho 27, 2007

OPUS - VIL

“...como se renovar sem primeiro se tornar cinzas...”
Assim Falou Zaratustra


Gentilmente
o desencanto
arrebatou-me
ao cair da tarde...
Eu caminhava
por uma impiedosa lacuna
vadia
nem percebi
a profunda anemia
no seus olhos
de nevoeiro...
Não sou de guardar
lembranças
por ser franco
atirador
disparo nervosamente
sorrateiras mentiras
simulo
fobias artificiais
antes que seja tragado
pelo amargo beijo
das tarântulas
radioativas
que pelejam
para escalar as paredes
de minha aorta
entupida...

Luciano Fraga

quinta-feira, junho 21, 2007

SONHO DE UMA MÃO ELÁSTICA

Quisera que minha mão alcançasse infinitos quilômetros…
Se,
Se minha mão tivesse essa elasticidade inexistente, me levaria até teu pelo.
Com a mesma ansiosa elasticidade,
te acariciaria os cabelos escuros, suaves e leves.
Aproveitaria a oportunidade de roçar-te na cara, de desenhar teu nariz e tapar-te os olhos cansados, de acalmar teus lábios silenciosos, fatigados.
Desejaria que minha elástica mão também tivesse olhos,
para não esquecer-te,
para recordar como dormes e para ver tua cara sentindo minha mão em teu pelo
(Ou teu pelo em minha mão).
Quisera também que minha flexível e elástica mão tivesse uma boca,
para sussurrar-te na pele, cara e pelo
para limpar-te de um sopro tudo o que não tenha passado desde que não te tenho
e tudo o que não passou enquanto te tive
e tudo o que sem ter-te passou…
e tudo…
Desejaria que minha plástica mão detivesse o relógio que te acompanha,
Que de um golpe freasse os segundos que enlouquecem teus minutos e
te carregasse um tempo mais longe …
enquanto eu faço esses minutos
espero as noticias que traz minha mão de teus segundos convexos
e não durmo…
Como gostaria!
Que as fibras elásticas de minha elástica mão pudessem fazer tudo aquilo,
Que não seja um vão pensamento, nem um recordar tua pele
Porém…
A elasticidade (real) de minhas mãos, se limita somente a escrever,
há barreiras no tempo, no espaço, no silêncio…
E se fosse a tua mão?
Viria buscar minha mão para que acalmasse teu pelo?


POESIA DE Piera Pallavicini
tradução para o português- ronaldo braga

terça-feira, junho 19, 2007

esquivos e ausentes beijos

Esquivos beijos reincidem momentos martelados em olhares surdos,
E cortejos imemoriais insistem desejos, antes tão secretos, tão desconhecidos.
E um vir teimoso nos chama. Pra onde?
Esquivos monstros persistem na carne tremula,
E arrogantes algas trancam sorrisos em beijos sofridos.
Você passado em ausentes segredos funestos e secretos,
E você presente em dispositivos legais.
E medos ocultos afloram inflexões agudas em imanentes remanências outonais,
E você futuro sorrindo rejeições de uma fatal fuga das flores,
Com suas noites irrefragáveis, e seus suores afogando peles e agitando sonhos,
E acordando meus pesadelos de águas cansadas,
Gritando e gritando saudades de afogados.
E você - você ali como um nada - tudo material e cisão de mundos.
Cisão de carne e dentes dantes sorrisos e livres.
Agora Esquivo tempo caução de tudo.
E cruel, nas nuvens pesadas de minhas noites lembranças,
Numa intensa dissimulada diminuição assintótica do condenável viver,
E sorrir condenável e ser condenável.
Bailado numa dança de mortos.
Realidade imposta nos corações outrora difratados em indiscretos beijos.
E você fragmentando calmas para sempre esquecidas
E você ausente em perigosas interrogações,
Jurando interditos amores passados – presentes e perdidos nos sentidos frívolos, Enquanto incessantes vazios e culpabilidades produzem cortes nos destemidos horrores matrimoniais.
E nas noites preconcebidas,
Deleitam sutis perversões
E povoam medos e traduzem certezas infelizes de transgressões.
E estratégia é fuga na homogeneidade formal de uma vida.
Principio e instancia:
Das luas;
E chuvas;
E sonhos;
E beijos buscados nos desesperos dos encontros inadvertidos e não censuráveis.
Você água, diluindo tempos e cantando gerânios em raios caiados.
Você musica ritmando um mundo de cores brutais em oscilantes precipícios.
Você pontes de caladas gerações.
Você, apenas, você.

Poesia de - Ronaldo Braga
Poesia traduzido para o francês por
Pedro Vianna e publicado em:
http://poesiepourtous.free.fr/
e clique em poème du mois

Des baisers farouches ( Esquivos e ausentes beijos)

Des baisers farouches ressassent des moments martelés dans des
regards sourds,
Et des cortèges immémoriaux réitèrent des désirs, avant si secrets,
si inconnus.
Et un venir têtu nous appelle. Vers où ?
Des monstres farouches persistent dans la chair tremblotante,
Et d'arrogantes algues bouclent des sourires dans des baisers
dolents.
Toi passé passé dans des secrets absents funestes et secrets,
Et toi présent dans des dispositifs légaux.
Et les peurs occultes affleurent les inflexions aigües dans
d' immanentes rémanences automnales,
Et toi futur dont le sourire sont les rejets d'une fuite fatale
des fleurs,
Avec ses nuits irréfragables, et ses sueurs noyant des peaux et
agitant des rêves,
Et réveillant mes cauchemars aux eaux fatiguées,
Criant et criant la présence de l'absence des noyés.
Et toi - toi là tel un néant - tout matériel et scission de mondes.
Scission de chairs et de dents jadis sourires et libres.
Maintenant temps Farouche tempo caution de tout.
Et cruel, dans les nuages lourds de mes nuits souvenirs,
Dans une intense et dissimulée diminution asymptotique du
vivre condamnable,
Et le sourire condamnable et être condamnable.
Ballet dans une danse des morts.
Réalité imposée aux cœurs auparavant diffractés dans des baisers
indiscrets.
Et toi qui fragmente des calmes à jamais oubliés
Et toi absent dans des interrogations périlleuses,
Invoquant des amours interdites passées - présentes et perdues
dans les sentiments frivoles,
Tandis que des vides incessants et des culpabilités produisent
des entailles dans les intrépides horreurs matrimoniales.
Et dans les nuits préconçues,
De subtiles perversions se délectent
Et peuplent les peurs et traduisent de malheureuses certitudes
de transgressions.
Et la stratégie est une fuite dans l'homogénéité formelle d'une vie.
Principe et instance :
Des lunes ;
Et des pluies ;
Et des rêves ;
Et des baisers cherchés dans le désespoir des rencontres
par inadvertance et non censurables.
Toi eau, qui dilues le temps et chantes des géraniums dans des
rayons chaulés.
Toi musique qui rythme un monde de couleurs brutales
dans des précipices oscillants.
Toi ponts de générations muettes.
Toi, rien que toi.

Poesia de - Ronaldo Braga
Tradução do português para o francês de- Pedro viana.
Publicado em:
http://poesiepourtous.free.fr/
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poème du mois

BALADA DO VOLUNTÁRIO DA PATRIA

Quando a guerra,
mostrou a sua verdadeira face,
beijei minha mãe em despedida,
e fui embora pro “front”.
Minha mãe continuou chorando
na beira daquele cais.
Enquanto o navio singrava
por águas repletas de sais.
Durante três semanas
naveguei naquele oceano,
com um único plano,
de eu não vir a me ferir.
A guerra tem dessas coisas:
A única lógica é
Inevitavelmente sucumbir.
Desembarquei naquelas terras,
E dentre charcos, pântanos e a escuridão,
Eu tinha que me salvar
Levando a bandeira de minha nação.

MIGUEL CARNEIRO

segunda-feira, junho 18, 2007

RASURAS

Eu sorria e
estava pronto
para admitir
caso fosse persuadido
que
subtrair o ardor
do meu coração...
Eu aniquilei friamente
qualquer intenção
de uma boa ação.
Deliberadamente
conduzir minha alegria
para o exílio.
Mas eu era um inocente
sombrio
não percebia
a sua delicadeza
de mulher má...
Dentro do seu conteúdo
clandestino
um signo insípido
um crustáceo
fascinado
povoa sublimes
portos
ancorados por arpões
que escondem sacrifícios
suscitando meus sobressaltos
infiéis
que traem minha memória
Pagã....

Autor: Luciano Fraga

quinta-feira, junho 14, 2007

VERÃO DE 1966

VERÃO DE 1966


1966 era o ano dos meninos em Cruz das Almas, dos domingos sol ouro a invadir pulmões e desejos clareando sentidos e risos em babas corridos à povoar os tempos e nos intervalos a imaginação sexo a exigir punhetas. Nestor cansado cantava aos deuses e Agripino contava as novidades de meninas em nuas palavras.
Todos sorriam diabólicas transas imaginadas e em 1966 éramos belos e desejados em nossos sete anos de uma vida sonhadora de jardins eternos e flores galantes, tudo era permitido e até estimulado, catecismos circulavam e meninas jogavam saias aos ventos e era delícia olhar o tempo. Frestas e muros baixos e moças nuas embalavam nossas tardes de verão. Mas Julieta, a menina dos olhos azuis, e do sexo faminto, era a temeridade do grupo, com a realidade exposta e nua que nos amedrontava e pedia distâncias. Queríamos sonhos, e a menina a exigir corpos e um saber tudo, isso irritava nossos suspiros perfeitos, e postulavam segredos loquazes a fragmentar certezas e denunciar crianças. Corríamos e então de longe olhávamos a menina a cantar prazeres em homens barbudos no canavial. E de longe sorríamos felicidades e podíamos sonhar desejos e segredos de futuros. E a menina soltava uivos de dor e prazer e nos fazia tremer até os pés. E à tardinha dourada iluminava seios ausentes em uma menina precoce, bela e bruxa. A tarde ganhava cores da noite e pouco a pouco só nós e a menina nua a chorar alegrias e dormir cansada na noite de estrelas e pássaros verdes, e nós assustados e felizes olhávamos aquele corpo feminino e nos imaginávamos dentro dele e éramos reis numa terra distante e sabíamos a hora de casa e o caminho de volta era lamentações e silêncios.

Na casa da menina gritos e correria, a menina sumira. Nestor medroso e apressado contava tudo.

O erotismo da menina era visível a todos os cruéis sorrisos, e imanentes maldades desenhavam agruras florais, e odiavam a menina que sorria sempre, e de suas pernas, tremores acalentavam esperanças, enquanto nas camas, meninos imaginavam bundas, e lá fora a chuva amainava impulsos e a menina, com seus olhos azuis, era metodicamente cuidada. A mãe em infinitesimais passos implorava aos céus e permitia o exame em um desesperado alento: imergir devaneios e salvá-la do fogo carnal precoce. A menina sem entender, ouvia canções de dor e de limpeza.
Tudo nela era difração e sexo em seu olhar azul. O médico sorria desejos e anunciava receitas e recomendações.
Vizinhos em todas as frestas disputavam fofocas e falavam verdades, na rua, um corre-corre de sentenças, zumbiam rancores: a menina era o diabo de saia nas bocas de sapos.
A noite inelutável resguardava segredos de lençóis, e em tristes namoros, moças garantiam normalidades decoradas, em um repetir de tolas negativas constitutivas de vazios, e em tédios insistentes o povo festejava o corpo da menina em estranhos desejos perdidos em suspiros, que agigantavam pensamentos eróticos e irritavam seios e mãos numa cidade de cores mortas.

A covardia ensaiava a não-vida e saltava horrores nas mentes obscenas, e a menina, calada e distante, da janela, a olhar vazio um mundo abandonado de seus olhos, que outrora azuis, agora opacos fitavam o nada, enquanto excrementos escorriam de sua boca aberta, e puniam desejos infantis, numa tristeza que engendrava vidas e obliterava canções.
A menina era a noite perdida.
E as rezas agradeciam o calmo sorriso doente.

Ronaldo Braga

A COR

A cor da fita é o laço
A cor do tênis: passo
A cor da vida é o destino
A cor do homem: menino
A cor do dia é o apreço
A cor da morte: endereço
A cor do orgasmo é a fonte
A cor do sol: horizonte
A cor da meretriz é a rua
A cor da melodia: aleluia
A cor do vermelho é a maçã
A cor da cura: romã
A cor do sorriso é o bis
A cor da bailarina: atriz
A cor do desejo é o sexo
A cor do sentido: nexo
A cor da letra é a canção
A cor do acorde: violão
A cor do som é a certeza
A cor da mão: destreza
A cor da abelha é o mel
A cor do idioma: babel
A cor da lágrima é o sal
A cor da pele: sinal
A cor da razão é a verdade
A cor do carinho: amizade
A cor da tristeza é a dor
A cor do arco-íris: Amor.


ALYNE COSTA

terça-feira, junho 12, 2007

DIVERSOS-AFINS.BLOGSPOT.COM

Venha celebrar conosco nosso primeiro ano de caminhos pelas palavras.
A Décima Leva está no ar!
Abraços,

Fabrício--

www.diversos-afins.blogspot.com

segunda-feira, junho 11, 2007

canções para o desconforto

“...numa terra queimada de sol o inverno dorme com a cabeça cheia de neve...”
B. Dylan

Cada coisa agoniza
imprevisível.
Meus pensamentos
desnorteados
exalam seus odores acres
pelos labirintos
de meus miolos.
Acaso:Uma constelação violácea
os acolhe
no seu desalento
e eles com estilo
maldoso
ruminam soberbas...
Eu sou o tempo
que rema lerdo
indiferente às águas
dos contumazes caprichos
de destinos embriagados
raptados por vendavais
caducos
que rejeitam
despertar
para o receio
do velho caos...

Poesia de LUCIANO FRAGA

quinta-feira, junho 07, 2007

GRACIELA MALAGRIDA


Graciela Malagrida, poeta de Posadas, Misiones, Argentina.

quarta-feira, junho 06, 2007

NÃO OLHE A HORA

Vou ver-te a cada dia
e, "como ladrão na noite"
entrar nas pontas dos pés
para não despertar dos ninhos
as aves vizinhas.

Sou a primeira brisa
que te beija a fronte
sou
Quem descobre o véu
e o deixa no esquecimento.

Não contes os instantes,
não me indiques
porque sou somente uma seta
entre mil caminhos
que terminam sempre em aberturas.

Não digas a ninguém que te adoro
não entenderiam.
Poucos pretendem
"sabedoria de todas as coisas"
para ser digno aviamento das almas.

E se ver que já não ficam SALOMONES entendidos
porém te chovem faíscas como doações,
se em tua casa não cabe nem um alfinete
e continuas hospedando corações
não vejas fora, não olhes a hora.

Vou ver-te a cada dia
e "como ladrão na noite"
te levo.


SALOMONES- Referencia ao rei Salomão

poesia de GRACIELA MALAGRIDA
Trad. de ronaldo braga
Veja o blog de Graciela Malagrida:
http://uni-versovirtual.blogspot.com/

terça-feira, junho 05, 2007

DA SERIE: MULHERES

Pintura de Nelson Magalhães filho
Da serie MULHERES-2004
Mista s/ papel, 70X50 cm

www.anjobaldio.blogspot.com

VOCÁBULOS MATIZADOS

Escrevo esta noite com todos os meus sentidos aguçados, com a emoção a flor da pele, para que você me receba por inteira, pela primeira vez, de forma única.
Quero que minhas palavras tenham cheiro, tenham sabor e que expresse o meu olhar intenso. Posso perceber que o som adentra cada vocábulo, é sinfônica a composição de cada trecho, de cada linha do meu pensamento.
Não pretendo deixar marcar, as palavras devem voltar imaculadas ao seu lugar de origem...
Neste instante, pelo que conheço de você, a minha presença já começa a ganhar forma e brilho... A minha presença já resume a tônica do nosso encontro literário...
É você mais uma vez navegando na minha mente e eliminando as barreiras e defesas que eu não consigo identificar...
Quero o uso de cores, um vermelho intenso para consolidar todo o momento deste “ir ao encontro de”...
Quero o azul, a minha cor, para acalmar os sentidos e elevar seus pensamentos até o firmamento... quero você transcendendo, em um novo plano dentro destas infinidades de matizes que se mostram viáveis.
Quero o branco, a ausência de todas as cores externas, sem molduras, sem limites, sem amarras...
Quero confirmar que cheguei até você, através das palavras personificadas, como um quebra-cabeça, onde o meu “eu” passa a ser o objetivo do seu jogo.
Quero ainda uma noite intensa, com a magia dos deuses, para que o meu sonho seja sereno e verdadeiro, de forma a aplacar todos os sentimentos que um dia resolvi que valia a pena dividir com você.



Maria Branco

20.04.2007

segunda-feira, junho 04, 2007

MALUNGOS

Nasci nas caatingas de Riachão,
e pela beira do Rio Jacuípe,
que descia leve para alcançar o Paraguassu,
aprendi o nome dos peixes e dos bichos.
E entre tantos companheiros que se foram
levados pela enchente do implacável tempo,
ficou apenas um, pelejando contra a Besta:
Foi Manoelito de D. Dora,
que nas manhãs azuis jacuipenses,
recitava para mim os Salmos de David.
Fui ficando sozinho no ermo da estrada.
Meu pai que me presenteava com livrinhos,
e minha irmã que me cobria de carinhos.
Se perderam pelos caminhos.
Sou agora um carneiro perdido,
Desgarrado do seu rebanho,
Pastando sozinho nesse Vale de Lagrímas.

Ad majorem dei gloriam,
No 151º da proclamação do dogma da Imaculada Conceição de Maria.
Salvador, Bahia de Todos os Santos, 2005.

MIGUEL CARNEIRO

domingo, junho 03, 2007

CONTEMPORÃNEA.COM

Os convidados do primeiro CONTEMPORÂNEA.com, são os atores Lúcio Tranchesi e Alexandre Casali.
Neste encontro tendo como ponto de partida a peça teatral O Sapato do Meu Tio*, os atores irão abordar, dentre outros assuntos, as relações de ensino e aprendizagem presentes nesta montagem teatral e a experiência da parceria dos atores na construção do texto.
* peça vencedora do prêmio Braskem 2005 na categoria melhor espetáculo.

CONTEMPORÂNEA. com Lúcio Tranchesi e Alexandre Casali Endereço: R - Barão de Loreto, 550 – Graça – Salvador/Ba ENTRADA FRANCA – VAGAS LIMITADAS
Quando: 05 de junho de 2007
Horário: 16:30h
Onde: Escola Contemporânea de Balet
Endereço: R - Barão de Loreto, 550 – Graça – Salvador/Ba
Inscrições: por email escolacontemporanea@ig.com.br ou
pelos telefones: 3235-9650 /3237-7788
ENTRADA FRANCA – VAGAS LIMITADAS