domingo, março 25, 2007

TEZ

Quisera eu ter encontrado tua certeza.
A estrada da realeza em teu amor.
Que horror, meu Deus, é nua tua beleza.
Crua e louca, um estupor.
Quisera eu inventar um sinônimo pra mucosa.
Pôr no poema a transcendência de quem goza.
Mas a proeza de tua tez morena.
Não cabe na brevidade do mais belo poema.

ALYNE COSTA

2 comentários:

Miguel disse...

A poesia da dessa poeta de Caetité, hoje morando em Brumado é revestida de voz própria, foi para mim, nesses tempos de grandes perdas uma grande alegria me deparar com o lirismo dessa moça,
Nossa Senhora lhe cubra sempre de graças, e que Divino Espírito Santo lhe ilumine sempre com versos tão lindos... Miguel Carneiro

Nelson Magalhães Filho disse...

Belo poema, singelo,rasgante.