segunda-feira, março 12, 2007

SERENÍSSIMO

Não há nada de novo
em meus poemas.
A não ser os meus poemas.
Nenhuma verdade,
textura ou relevância.
Nenhuma importância.
Apenas o bálsamo da aurora.
Não há nada de novo
em meus poemas
embora eu resista
em meu modo próprio de existir.

Gustavo Felicíssimo

Um comentário:

Braga e Poesia disse...

gustavo esse seu poema delicia os instantes da espera e atormenta o atormento: elixir.