sábado, dezembro 10, 2016

Mataburros POEmas

 EU AQUI


A FEIO, O FEIO, O LIDINHO E O PASSIVO

Os políticos que vivem berrando moralidade e luta pelos pobres tem agora suas verdadeiras caras reveladas:
- Lídice da Mata, PSB a senadora baiana, que já trocou de  partidos, como se troca de camisa e sempre de olho exclusivamente na sua eleição e que se considera uma pessoa acima de qualquer suspeita, aparece na lista da propina da Odebrecht, como a FEIA e recebeu uma bolada considerável, coisa superior a Um milhão de reais. A feia, se vende aos ricos e nas tribunas e entrevistas se arvora de mulher honesta;
- Lindberg Farias,PT senador, adora chamar seus parceiros de honestos, aparece na lista da propina da Odebrecht, como o FEIO, mas também é chamado de LINDINHO e recebeu mais de 3 milhões de reais, segundo a Odebrecht, ele ganhou mais dinheiro, pelo fato da empresa achar que ele tinha chance de um dia virar ou ministro ou Presidente da República;

Gleisi Hoffmann, PT,a senadora, que junto com o marido dilapidava o bolso dos aposentados, é apontada na lista da propina da Odebrecht, como aquela que recebeu dinheiro de propina via a presidente da ocasião,a senhora afastada Dilma: total mais de 4 milhões de reais
Vários políticos do PSDB, aprecem na lista, incluindo o governador de São Paulo, e o atual presidente do Partido.
Mas é bom verificar a cara de Pau destes senadores.
Eu quero votar para presidente da República em Ronaldo Caiado, mas espero que ele não esteja nesta lista, se estiver não votarei nele.
A esquerda fala em defender o pobre e se alia ao rico desonesto para roubar o pobre. Essa foi sempre a pratica da esquerda em todo país e em qualquer época. é só estudar a história. Agora se sabe que o Mandela sempre foi sócio das minas escravagista da África do Sul. Mais um herói inventado para vender contos da carochinha como se fosse a realidade.
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Ronaldo Braga

domingo, dezembro 04, 2016

Morre o 

poeta Ferreira 

Gullar

Criador do neoconcretismo, 

o maranhense faleceu em hospital 

do Rio, de causa ainda não divulgada


Morreu hoje o poeta, ensaísta, crítico de arte, dramaturgo e tradutor maranhense Ferreira Gullar, aos 86 anos. O escritor estava internado no Hospital Copa D’Or, na zona sul do Rio. A causa da morte ainda não foi confirmada.
Ferreira Gullar assumiu ao longa da vida uma extensa lista de papéis na literatura. Quarto dos onze filhos do casal Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart, ele nasceu José Ribamar Ferreira no dia 10 de setembro de 1930 em São Luiz, no Maranhão. Na década de 1950, mudou-se para o Rio, onde, em 1956, participou da exposição concretista que é considerada marco do início da poesia concreta. Três anos depois, realizou feito que lhe consagrou: criou, ao lado dos colegas Lígia Clark e Hélio Oiticica, o neoconcretismo, estilo que valoriza a expressão e a subjetividade em oposição ao concretismo ortodoxo.
Militante do Partido Comunista, exilou-se nos anos 70, época da ditadura militar, e viveu na União Soviética, na Argentina e Chile. Em 1977, de volta ao país, foi preso, no Rio. Após 72 horas de interrogatório, Gullar foi libertado graças à intervenção de amigos com as autoridades do regime. Depois disso, retornou às atividades de critico, escritor e jornalista.
Coleciona uma extensa lista de premiações. Em 2014, elegeu-se para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a vaga deixada pelo jornalista Ivan Junqueira. Doze anos antes, foi indicado por nove professores dos Estados Unidos, do Brasil e de Portugal para o Prêmio Nobel de Literatura (sem sucesso). Saiu vitorioso, em 2007, no Prêmio Jabuti, com seu Resmungos, na categoria melhor livro de ficção – em 2011, ainda faturaria outro Jabuti por sua obra de poesia Em alguma parte alguma. Três anos depois, levou o Prêmio Camões, o mais importante de língua portuguesa.
Por: Reinaldo Azevedo 
Até que enfim mais alguém na grande imprensa se lembra de algo que já observei aqui e em toda parte. Caso o projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade seja aprovado — e a observação vale também para o tal crime de responsabilidade de juízes e membros do Ministério Público —, quem é que vai julgar uns e outros se processados? Resposta: os juízes!
É o que lembra Elio Gaspari na sua coluna na Folha deste domingo.
Procuradores do Ministério Público Federal e associações de magistrados resolveram convocar para hoje uma manifestação contra o Congresso. Não errei em nada: esses são os organizadores do ato, e essa é a pauta.
Trata-se de um evento inédito — e, obviamente, ruim. Estão brincando de choque de Poderes. A esquerda percebeu que se trata de uma oportunidade de ouro para desmobilizar e, em certo sentido, desmoralizar a pauta liberal, que chama de “onda conservadora”.
Não por acaso, Antonio Prata, cujo talento reconheço e cujas teses, no mais das vezes, repudio, anuncia a sua adesão ao protesto. Diz estar em dúvida se vai ou não. É mera hesitação decorosa e estilística. Ele vai. E, do seu ponto de vista, faz muito bem.
Qualquer liberal com um mínimo de discernimento sabe que a roubalheira petista era só um instrumento de algo muito maior e mais nefasto: o sequestro do Estado. Pôr bandidos na cadeia, pouco importa o partido, é só uma obrigação-meio. Tal tarefa deve ser encarada como coisa cotidiana. Transformar isso em finalidade da luta política é coisa de beócios, de energúmenos — não é nem de direita nem de esquerda; só é coisa de gente burra. Mas a burrice anda imodesta…
A cada vez que leio ou ouço na imprensa a expressão “a Câmara desfigurou o projeto do MP”, penso — e depois escrevo: “Que coisa mais cretina!” Em primeiro lugar, o papel do MP não é legislar. Ou é? Em seguida, constato — e depois escrevo: ainda bem que quatro das 10 medidas foram jogadas no lixo mesmo. Eram fascistoides. Outras também caíram. Não é o fim do mundo.
Antonio Prata vai ao protesto. Eu não vou.
Eu não vou porque o Ministério Público tem todo o poder de que precisa. E suas tais 10 Medidas não eram contra a corrupção exatamente, mas a favor de mais poderes para o… Ministério Público.
Eu não vou porque, com as leis que já temos, o Ministério Público meteu na cadeia parte considerável do PIB, um ex-presidente da Câmara e um senador. E vai mais gente.
Eu não vou porque, com as leis que já temos, delações premiadas vão botar na berlinda umas duas centenas de políticos, que serão, havendo os indícios necessários, devidamente processados.
Eu não vou porque, com efeito, sou contra a forma que tomou o crime de responsabilidade de juízes e membros do MP (isso não vai prosperar), mas sou favorável ao projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade.
Eu não vou porque fiz um desafio ao juiz Sérgio Moro e ao procurador Deltan Dallagnol — que dissessem qual trecho do projeto inibe a Lava-Jato —, e eles negaram fogo.
Eu não vou porque Moro teve a chance, no debate com Gilmar Mendes, de revelar qual parte do projeto atrapalhava as investigações, e ele não o fez.
Eu não vou porque o juiz se limitou a afirmar que não “é hora” de votar um texto que combate abuso de autoridade. Como eu aprecio a língua portuguesa, entendo que então existiria um momento para o… abuso de autoridade. Sou um democrata e não posso concordar com isso.
Eu não vou porque, como lembrou Gaspari, se juízes e procuradores não confiam nos juízes e procuradores, por que eu haveria de confiar?
Eu não vou porque essa é uma agenda de demonização do Congresso, o mesmo que terá de votar as reformas. Desmoralizá-lo interessa a quem não quer as reformas liberalizantes — e por isso Antonio Prata vai.
Eu não vou porque essa suposta agenda de combate à corrupção é, na verdade, uma agenda e combate às reformas. Não por acaso, estão sendo lideradas pelas duas categorias mais bem-pagas pelo Estado brasileiro: procuradores e juízes.
Eu não vou porque, à diferença do que dizem os senhores procuradores e juízes, o país está, sim, avançando no combate à corrupção. E isso se faz com reformas contínuas, não com atos de força, que buscam desmoralizar o Congresso, sem o qual não se fazem as… reformas!
Eu não vou justamente porque apoio a Lava-Jato, mas eu a quero como operação do Estado, não como ato voluntário de quem ameaça renunciar — como se isso fosse possível — caso suas vontades não sejam satisfeitas.
Eu não vou porque é mentira que a Lava-Jato corra qualquer risco.
E, sabendo que Antonio Prata vai, fica ainda mais claro por que eu não vou. Eu até poderia dividir com ele a mesa de um bar, mas não uma manifestação — quer dizer: quem sabe uma a favor de Montesquieu…
Quero o Ministério Público ocupando-se do seu trabalho. E seu trabalho não é fazer política, demonizar os políticos, conceder entrevistas coletivas a cada dois dias e cevar jornalistas com vazamentos seletivos.

sexta-feira, dezembro 02, 2016


 O PAÍS DIZ NÃO AOS INCENDIÁRIOS

Os insensatos sempre disseram bobagens e nunca sabiam exatamente o que diziam. O comunista Nikolai Bukharin( 1888-1938), escreveu em um panfleto, em 1917 " no passado nós exigimos liberdade de imprensa, pensamento e liberdades civis, porque nós estávamos na oposição e precisávamos de liberdades para conquistar. Agora que o conquistamos, não há mais necessidade para estas liberdades". Bukharin foi julgado e condenado à morte nos expurgos de março e fuzilado em 1938 pelo poder que não precisava de liberdades que ele defendia. Se vivesse em uma democracia burguesa, por certo não seria fuzilado.
É exatamente pelo equilíbrio, e pelo respeito às divergências que o estado de direito tem que ser respeitado e as leis respeitadas e nenhum poder pode ser maior que o outro, não podemos ter um super Judiciário, que tenta a todo custo manter seus super salários e faz qualquer coisa para isso e na hora que tiver o super poder é bom lembrar de Bukharin. Nem o congresso pode legislar em defesa própria, nem o judiciário pode querer legislar, pois sua função é outra dentro do que outorga a constituição.
O Brasil corre risco sim, mas o povo tem mantido distancias destes grupos insanos que dizem uma coisa mas defendem outras coisas e bastante escusas.
A extrema direita teme o liberalismo, pois o mesmo não compactua com extremos e nem busca ditaduras, a esquerda e a extrema esquerda são irmãs e só se matam quando pegam o poder, ai é grupo destruindo grupo, é só estudar a história do poder dos comunistas na Rússia.
PT, PCDO, PSOL, não querem nada mais e nem nada menos que a destruição do Brasil, para viabilizar seu discurso do ódio e salvar seus bandidos da cadeia e ai inclui o chefão Lula. A extrema direita aposta na bagunça, na tola esperança de um golpe militar e nestas duas apostas, a da esquerda e a da extrema direita, quem sai perdendo é o povo.
Já os liberais, apostam no bom senso, no equilíbrio, no avançar com cautela, pois quem tem pressa tem que fazer devagar, senão faz duas vezes e o país com suas leis atuais, tem dado resposta e prendido ricaços e políticos de capa dura. Agora é necessário desmascarar os arautos do incêndio contra os interesses do povo e isto tem sido feito nos programas de Reinaldo Azevedo, pelo MBL e por alguns poucos jornalistas, que sabem que esta não é a hora de resolver tudo, esta é a hora de resolver aquilo que se torna supra necessário, como deixar a lava jato trabalhar sem super poderes, fazer as reformas aprovando a pec, tanto do teto como da educação e esperar a eleição de 18, para avançar mais com uma proposta aprovada nas urnas.
Mas é o que alguns de interesses menores tentam impedir, tentam levar o país ao caos, para que gente como Joaquim Barbosa, vença, Barbosa, o Joaquim, que foi chamado de macaco por petistas e que tem a coragem de dizer que a crise econômica é culpa de Temer e não do PT, revelando que ou é um completo louco ou é um completo desonesto e então eu lembro de Collor e de sua eleição.
O Brasil não precisa de salvadores, não precisa de juízes com super poderes e altos salários, o Brasil precisa é de gente com equilíbrio e com ideias que saibam o que mudar rápido e o que deve mudar devagar. O Brasil precisa conhecer as propostas em sua inteireza, ler as propostas, e não ficar ouvindo este ou aquele que diz que faz mal a educação. Leia e tire suas próprias conclusões.
Se você não leu uma proposta, como pode afirmar que ela não presta? Não acredite em ninguém antes de ler, é a sua inteligência que deve guiar seus passos e quando alguém não ler e sai propalando partes negativa daquilo que não leu, se mostra guiado pela burrice.
Pergunte -
Onde na PEC do teto, vai prejudicar a saúde, a educação?
Onde na PEC do ensino é ruim para os estudantes pobres?
O Brasil precisa conhecer o que é conservadorismo, pois gays tem liberdades em países conservadores e são assassinados em países revolucionários, o país precisa conhecer o que é liberalismo.
O Brasil precisa conhecer as barbaridades cometidas pelos comunistas em nome da falsa melhoria da vida do povo.

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Ronaldo Braga

quinta-feira, dezembro 01, 2016

A ESQUERDA É UM JARDIM MORTO

Estamos vivendo um momento perigoso, onde canalhas, disfarçam suas intenções e jogam gasolina no fogo e claramente não desejam apagar o fogo e sim destruir qualquer possibilidade disto acontecer,  ir em frente neste momento é exatamente ter a lucidez de saber lidar com o que não presta e respeitar as instituições, por isso que é de bom tom, não aprovar nenhuma lei neste momento que visa punir o judiciário, como também não se pode neste momento destruir o legislativo, neste momento precisamos manter os avanços e prosseguir firme para atravessarmos esta conjuntura e esperar 2018, para enfim com um presidente eleito e um programa consagrado nas urnas o país encontrar seu rumo.
Não é com posições extremistas nem nesta multidão de solitários em torno de um jardim morto, que o Brasil poderá encontrar um caminho seguro.

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Ronaldo Braga