quinta-feira, janeiro 19, 2017

Foto da peça QUERO SEU CORAÇÃO RESPIRANDO MINHA LIBERDADE. Atriz Letica Carvalho


A VERDADE POR TRÁS DE PAULO FREIRE

O método Laubach se fundamenta na difusão da leitura para a implementação do conhecimento de forma simplificada, dizendo ser o analfabetismo uma das grandes barreiras para a paz no mundo. Seu método alcançou notável sucesso onde foi aplicado, notadamente em várias regiões da Ásia e na América Latina. É esta a fonte de Paulo Freire, mas com uma distorção, onde Laubach, reforçava o papel da religião, Paulo Freire trocou pela política e distorceu também o papel do estudante e do professor, tirou a autoridade do professor e passou a considerar o estudante como sujeito, o que é na verdade uma vigarice, pois o sujeito, primeiro tem que ter o conhecimento para depois ter a consciência de si como sujeito, pois  Paulo Freire fez o que fez Hitler com sua juventude  Nazista, que deu aos meninos o direito de ter mais autoridade que seus pais, bastava aderir ao nazismo e denunciar seus pais, e Paulo Freire, passa a autoridade para o estudante, ao mesmo tempo que permite a estes estudantes o direito da autoridade desde quando ecoem as frases esquerdistas e assim, Paulo Freire que diz que o estudante é um sujeito, na verdade o transforma em um boneco de corda, e o caminho mais fácil para ser um bom boneco de corda é repetindo as frases prontas comunistas. Assim, o que funciona no método de Paulo Freire é do método de Laubach , que ele apenas copiou e nem deu o credito.
Antes do método de Paulo Freire existir, o Brasil tinha 70 por cento de analfabetos, mas os 30 por cento alfabetizados eram realmente alfabetizados, então o que precisava ser feito era estender a oferta daquela educação que existia e já era comprovadamente capacitada e funcionava. Usando portanto este numero de analfabetos, os comunistas resolveram destruir a educação que dava certo e Paulo Freire cria seu método que transforma estudante em militante político pró comunista, sem nem mesmo ele saber que é um militante. Assim, o sistema passa a ser o culpado pelo seus fracassos e ele como se fosse um boneco não tem nenhuma interferência no seu próprio destino.
Com Paulo Freire e seus militantes que se chamam de pedagogos, a educação brasileira deixou de lado o ensino das exatas, deixou de cobrar eficiência e passou a proporcionar ao estudante a chance de aprender uma frase e sair por ai repetindo, em vez de a educação proporcionar ao estudante o conhecimento e ele mesmo decidir a sua ideologia, Paulo Freire e seus seguidores empurram goela abaixo uma ideologia, a comunista, e falam de um mundo novo a ser construído, o que é uma mentira, pois este mundo novo já vem enlatado e tem dono,  que é o partido de esquerda, onde seus lideres se transformam em reis absolutistas e o povo se transforma no escravo perfeito e bobo deste regime feroz e desumano: Cuba e Coreia do Norte são exemplos deste mundo novo pregado pelos pedagogos progressistas, onde progresso mesmo só na palavra.
No método de  Paulo Freire o conteúdo deixa de ser importante, o professor deixar de ser aquele que passa conteúdo e que deveria junto com o estudante construir o conhecimento, mas Paulo Freire, e seu seguidores fizeram da nossa educação fundamental, o local preferido para suas teses, onde conteúdo não é tão importante e o professor é educador, ora educador é a mãe e o pai, é a família, não o professor, o papel do professor não é fazer a cabeça do estudante, não é transforma-lo em agitador de rua, em invasor de escolas, em queimador de pneus nas ruas, o papel do professor é oferecer ao estudante o conhecimento para que ele tome suas decisões.
Tendo a educação como um caminho, não para aprender e apreender o conhecimento existente e assim com liberdade construir por este caminho sua estrada, Paulo Freire e seus seguidores ignoraram e ignoram as exatas e elegeram e elegem as disciplinas  das humanas como as preferidas, e ai, nas humanas, com mentiras sobre a história, mentido sobre a realidade de como que é realmente um país governado com as ideias de esquerda, usou e usa estas disciplinas para fazer delas multiplicadoras de repetidores de frases prontas marxistas, de militantes comunistas, sem nenhuma chance dessas pessoas terem acesso ao contraditório destas ideias, eles os seguidores de Paulo Freire, não permitem aos estudantes o acesso às ideias que negam a ideia comunista, empurram a ideia esquerdista goela abaixo, como se fosse a única e justa, negando aos estudantes o direito de conhecer o outro lado para escolherem, pois  para o Paulo Freire, estudante é apenas o recebedor de informação e não um sujeito, na pratica o discurso é outro, com capacidade de compreender e decidir, ele precisa já receber pronto, e assim o professor diz: isto é o certo e vocês, obedecem cegamente.
Paulo Freire e seus seguidores comunistas disfarçados de professores, odeiam as exatas, que para eles são sinônimos da opressão, sabemos, então, por que é o Brasil hoje um fracasso total no seu sistema educacional e sabemos também por que tanto a matemática quanto a física são odiadas por quase a totalidade dos estudantes, fazendo do Brasil um país de tolos e condenado a comprar tecnologia de ponta pronta.
Professor precisa se voltar ao conteúdo e respeitar a individualidade, permitindo ao estudante, decidir, tendo acesso a todas as teorias políticas e não somente lendo um lado, formando portanto seu conhecimento que possibilite a sua escolha na vida política e social e Paulo Freire, quer na marra, transformar meninas e meninos em futuros arruaceiros, frustrados pelos seus fracassos elegendo o sistema como o inimigo, como se ele não tivesse nenhuma interferência em sua vida.
É hora de gente responsável, lutar por um Brasil sem mentira e que a educação fundamental, seja o lugar para aprender conteúdos.

Ronaldo Braga

terça-feira, dezembro 27, 2016

Como responder a um socialista


Palestrante dá lição em esquerdista numa palestra sobre a maternidade em África.


Thomas Sowell

A ESQUERDA ACREDITA OU USA  ESTA CONVICÇÃO - O homem nasce livre e em toda parte é posto a ferros e que o grande mal do mundo é que as instituições estão erradas, que se as instituições fossem boas, nada na natureza humana nos faria sentir infelizes, o problema é termos instituições errôneas.
Mas a DIREITA afirma que o homem é falho desde o nascimento, e que não há soluções, somente compromissos. E tudo o que fazes para corrigir as falhas humanas, cria outros problemas e mais graves. A saída portanto é obter o melhor compromisso que possa encontrar. E isso é tudo o que pode esperar.

quarta-feira, dezembro 21, 2016

A NOVA ESTRUTURA DE PODER MUNDIAL (A Nova Ordem Mundial) - Olavo de Carvalho na OAB SP


OLAVO DE CARVALHO NA TV AMERICANA - FORO DE SÃO PAULO, MARXISMO CULTURAL, SOCIALISMO NO BRASIL


ESCOLA DE FRANKFURT A DESGRAÇA DO SÉCULO 21

A liberdade de ideias e a liberdade de expressá-las sem sofrer censura moral sempre foram idéias correlacionadas e entrelaçadas.  Mas ambas já morreram.  Mas não morreram agora.  Sua morte começou entre os anos 1930 e 1968, quando um grupo de intelectuais e filósofos se uniu para criar uma escola de pensamento que tinha como foco essencial a destruição da civilização Ocidental e tudo o que ela representa (inclusive seu sistema econômico baseado no capitalismo) por meio da 'emancipação'.
Max Horkheimer, um filósofo marxista, foi um dos pais fundadores da Escola de Frankfurt, a qual incorporava toda a moderna Teoria Crítica da Sociedade e que, em grande escala, se caracterizada como neomarxista. 
Horkheimer, junto com Jürgen Habermas, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm, para citar apenas alguns, criaram a Escola de Frankfurt e seu Instituto para Pesquisa Social, uma instituição que moldou o pensamento cultural do Ocidente como um todo e da Alemanha em particular.
De acordo com Horkheimer, a teoria crítica tinha o objetivo de "libertar os seres humanos das circunstâncias que os escravizam".  Assim sendo, seu principal objetivo era criar uma plataforma teórica e ideológica para uma revolução cultural. Ato contínuo, esse grupo de "filósofos" centrou seus esforços especificamente na cultura.  É a cultura o que forma os fundamentos que modelam a mentalidade e a visão política das pessoas. Alterando-se a cultura, altera-se a mentalidade e a visão política das pessoas.  Para alterar a cultura, é imprescindível controlar a linguagem e das idéias.  E, para se fazer essa revolução cultural, era imprescindível se infiltrar nos canais institucionais, particularmente a educação.
Em suma, a Teoria Crítica é a politização da lógica.  Horkheimer, ao declarar que "a lógica não é independente de conteúdo", quis dizer que um argumento é lógico se ele tem o objetivo de destruir as bases culturais tradicionais da civilização Ocidental, e é ilógico se ele tem o objetivo de defendê-las.
Este, obviamente, é o pilar do "politicamente correto", e explica por que o debate aberto e sem censura é vituperado como sendo algo subversivo e inflamatório.  O politicamente correto despreza o debate aberto porque o vê como um gerador de discórdias e dúvidas, algo que estimula a análise crítica e impede uma uniformidade (e uma hegemonia) intelectual.  Em suma, o debate aberto e sem censura evita a predominância do chamado "pensamento de manada", que é o cerne da revolução cultural.
A Teoria Crítica da Sociedade, a guerra à religião e a descriminalização do crime
A Escola de Frankfurt alegava que sua Teoria Crítica da Sociedade era a teoria da verdade.  A filosofia ocidental, de Santo Tomás de Aquino a Kant, passando por Hegel, Fichte, Schellin e Goethe, deveria ser sumariamente descartada e substituída pelas regras próprias e dogmáticas da Escola de Frankfurt, a qual continha todas as diretrizes do "pensamento correto".
Nas áreas da sociologia e da filosofia política, a Teoria Crítica foi além da interpretação e da compreensão da sociedade; ela se esforçou para sobrepujar e destruir todas as barreiras que, em sua visão, mantinham a sociedade presa em sistemas de dominação, opressão e dependência.
Uma das principais e mais controversas discussões diz respeito à animosidade da Escola de Frankfurt em relação à religião e à espiritualidade.  Para os frankfurtianos, o cristianismo representa o ressurgimento institucional da filosofia pagã, e Deus seria uma mera ficção.  A religião leva as pessoas a projetarem seu sofrimento em uma entidade divina; ela serve como distração da miséria causada pelo capitalismo; em seu núcleo, não há nada mais do que a pura imaginação.    
À medida que as teorias darwinistas e freudianas foram desafiando a religião, o marxismo e o neomarxismo ganharam força para contestar a imagem mítica e obscurantista da milenar divindade institucionalizada.  Não é Deus, mas sim o homem a entidade mais alta a ser reverenciada. 
A Escola de Frankfurt professa que o homem, na condição de mamífero e sendo um mero produto da natureza, destituído de qualquer espiritualidade, é totalmente limitado em sua existência, sendo conduzido pelos seus mais básicos e primitivos instintos e guiado por suas necessidades básicas.  Não há espaço para o livre arbítrio, não há capacidade de julgamento crítico e nem há a habilidade de distinguir o certo do errado.  Não há presciência e não há racionalização.  
Essa posição tem suas raízes nas bases marxistas da Escola, uma vez que o marxismo afirma que o homem é um produto da sociedade: sua mente e seu espírito são determinados e moldados pelo mundo material.  Por causa dessa vulnerabilidade aos fatores externos, a mente humana é vista como frágil e manipulável, de modo que, assim sendo, o homem não pode ser responsabilizado por suas próprias decisões. 
Essa ideia serviu como base para a "descriminalização do crime", que é uma das teses da Escola de Frankfurt.  Segundo Habermas, dado que o homem é um produto da sociedade, é inevitável que ele ceda aos seus impulsos primitivos e às suas tendências criminosas, uma vez que ele foi criado sob o jugo da violência estrutural de um sistema capitalista criminoso.
A Escola de Frankfurt acreditava que, ao extirpar a humanidade da espiritualidade, e ao destruir os bens materiais — criados pelo capitalismo — que rodeiam os seres humanos, o homem viverá livremente, sem o sentimento de responsabilidade e sem o fardo de sua própria consciência.  Os frankfurtianos prometiam liberdade sem o livre arbítrio; preconizavam a emancipação por meio da assimilação intelectual; e garantiam que seria possível haver igualdade sem justiça.
A importância estratégica da educação controlada pelo estado
De acordo com a Escola de Frankfurt, todos os defeitos da humanidade começam com a família.  A família é a primeira e primordial entidade moral que encontramos.  Essa entidade cria seus filhos de uma maneira autoritária, a qual gera adultos submissos, obedientes e dependentes. 
Em outras palavras, é a família o que nos prepara e nos programa para aceitar o fascismo.  Sendo assim, ao se desacreditar e destruir o conceito de família, torna-se possível destruir o capitalismo e o fascismo em sua raiz.
Por causa dessa atitude antagonista em relação à família, combinada com sua cruzada ideológica contra a espiritualidade, os filósofos de Frankfurt tinham de apresentar uma alternativa para substituir essa instituição antiquada e, com isso, garantir um caminho seguro para o futuro.  Ato contínuo, a solução estava em reprogramar a sociedade por meio de uma engenharia social revolucionária, de modo que todos passassem a se comportar da maneira esperada pela teoria social da Escola.  Todo o comportamento humano deveria se tornar um mero e previsível ato de reciprocidade.
Este, por si só, seria o código universal de ética que governaria a utopia frankfurtiana.  Para impor e impingir esse código sobre a sociedade, eles propuseram a infiltração seguida da manipulação das instituições, dentre elas, e principalmente, a educação e a mídia. 
Deter o controle desses canais institucionais seria a maneira mais eficiente de impor e de promover sua ética.  A educação controlada por sua ideologia forneceria a chave para a obediência garantida, extirpando toda e qualquer discordância, bem como todo e qualquer potencial de pensamento independente feito pelo indivíduo.
As repercussões dessa estratégia são óbvias hoje.  A educação controlada pelo estado condicionou as crianças e os adolescentes a, desde cedo, jamais questionar as políticas coletivistas do governo.  Aliás, quando estudantes decidem fazer algum ato de rebeldia contra o governo, é justamente para pedir a imposição de ainda mais políticas coletivistas.  Trata-se de uma estratégia que obteve um sucesso quase que absoluto. 
Como disse Lew Rockwell, "se toda a propaganda governamental inculcada nas salas de aula conseguir criar raízes dentro das crianças à medida que elas crescem e se tornam adultas, estas crianças não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal.  Elas mesmas irão prender os grilhões aos seus próprios tornozelos."
A ascensão do marxismo cultural
A Escola da Frankfurt criou o dogma de que "liberdade e justiça" são termos dialéticos, o que significa que eles estão em completa oposição um ao outro, em um jogo de soma zero, em que "mais liberdade significa menos justiça" e "mais justiça é igual a menos liberdade".  Baseado nessa dialética, a liberdade era a tese e a justiça era a antítese.
Essa interessante abordagem dialética foi adotada das idéias e obras de Friedrich Hegel.  A Escola de Frankfurt, no entanto, distorceu o núcleo deste conceito e desnaturou sua lógica consequencial.  Em suma, a principal diferença entre as abordagens dialéticas de Hegel e Horkheimer está em suas respectivas conclusões: Hegel, um idealista, acreditava, assim como Kant, que o espírito cria a matéria, ao passo que, para Horkheimer, um discípulo de Marx e de sua teoria do materialismo, é a matéria o que cria o espírito. 
Marx afirmava que o mundo, a realidade objetiva, podia ser explicado por sua existência material e por seu desenvolvimento, e não pela concretização de uma ideia divina absoluta ou como resultado do pensamento humano racional, que é a postura adotada pelo idealismo. 
Consequentemente, para a Escola de Frankfurt, colocar limites sobre o mundo material, colocar regras externas e diretrizes sobre o ambiente no qual os indivíduos vivem, pensam e operam, seria uma medida que, na visão deles, seria suficiente para moldar a experiência cognitiva dos indivíduos e, com isso, confinar seus espíritos aos parâmetros "desejados".
Esse é o ponto-chave que liga a Escola de Frankfurt àquilo que hoje conhecemos como o "politicamente correto".  No cerne do politicamente correto está a crença de que menos liberdade garante mais justiça e, consequentemente, mais segurança.  Este mantra é regurgitado por meio de instituições acadêmicas e discursos políticos, inserido em valores sociais e plantado nas mentes das gerações mais jovens (futuros eleitores) por meio das escolas e faculdades, exatamente como era intenção da Escola de Frankfurt.
Em vez de criar uma plataforma que estimule o desenvolvimento do indivíduo por meio do raciocínio lógico, do questionamento e dos diálogos estimulantes, o sistema institucional funciona como uma linha de montagem mecanizada, que tem o objetivo de padronizar e homogeneizar os indivíduos, condicionando-os a se submeter ao status quo, sempre dizendo 'sim' e jamais questionando.  Esta é a lógica da Teoria Crítica da Sociedade e o elemento central do "politicamente correto". 
Trata-se de uma tentativa de controlar a inerente entropia das idéias humanas e todo o tipo de pensamento independente; de controlar o fluxo das idéias humanas e de conformar as experiências humanas a um imobilismo anti-natural.  Em última instância, trata-se do objetivo de quebrar o espírito do indivíduo e deixar sua mente de joelhos perante os ditames dos filósofos.
Daí vem o termo "marxismo cultural": os marxistas praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", que envolvia as classes capitalistas e proletárias, e a substituíram pelas classes opressoras e oprimidas.  As classes oprimidas incluem as mulheres, as minorias, os grupos LGBT, e várias outras categorias mascotes.  Já a classe opressora é formada por homens brancos heterossexuais que não sejam ideologicamente marxistas, como os próprios fundadores da Escola de Frankfurt.
O marxismo cultural nada tem a ver com a liberdade, com o progresso social ou com um suposto esclarecimento cultural.  Ao contrário, e como o próprio Horkheimer deixou claro, tem a ver com a criação de indivíduos idênticos que não se confrontem entre si e que não troquem idéias, operando como máquinas automáticas e sem emoção. 
Conclusão
No cerne da Escola de Frankfurt está a ideia de que o pensamento pode ser controlado por meio da imposição da doutrina do "politicamente correto".  A base desta ideia é o polilogismo marxista, o qual dizia que diferentes grupos de pessoas possuem diferentes modos de pensamento e seguem diferentes tipos de lógica.
Os marxistas tinham um álibi para não debater com pessoas das quais discordavam: eles simplesmente rotulavam seus oponentes como "burgueses apologistas da classe exploradora", cujos argumentos utilizavam uma lógica que não era aplicável à classe proletária.  Essa linha de raciocínio, em última instância, implica a negação de que a lógica sequer exista.  A "verdade" passa a ser simplesmente aquilo que os marxistas decretaram ser.
A Escola de Frankfurt segue esta mesmo lógica.  Por isso, ela e seus seguidores estão hoje entre os maiores inimigos da liberdade e da mente humana livre e consciente.

terça-feira, dezembro 20, 2016

MBL CHAMA OS PODERES À RAZÃO

MANIFESTO MBL

Montesquieu, em sua obra-prima, “O Espírito das Leis”, nos ensinou que, para que uma República funcione de maneira virtuosa, seu poder deve ser dividido em três: Executivo – aquele que governa –, Legislativo – aquele que debate e propõe as leis – e Judiciário – aquele que, com base nas leis, julga.
Nos últimos tempos, a irracionalidade tem tomado conta do debate político. Investigações estão mostrando a corrupção enraizada que irrigou campanhas dos mais diversos partidos e fez avançar inúmeras pautas de interesses nada republicanos. Aproveitando um pico de popularidade, o Ministério Público Federal tentou fazer avançar pautas corporativistas, algumas delas até inconstitucionais. Em retaliação, a Câmara aprovou um projeto que possibilita punir juízes e promotores por crime de responsabilidade, cuja redação vaga acaba ameaçando o Ministério Público e o Judiciário.
Em meio a esse alvoroço, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem extrapolado sua competência e atuado como se estivesse acima dos outros Poderes. Não bastasse estar invadindo há algum tempo prerrogativas do Executivo — interferindo em questões relacionadas a políticas públicas, como a Saúde, e praticamente legislando em julgamentos, como o do rito do processo de impeachment —, o Supremo decidiu anular uma votação da Câmara e afastar o presidente do Poder Legislativo por meio de liminares monocráticas.
Em busca de alguns aplausos, o ministro Marco Aurélio tentou afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado. É claro que nenhuma pessoa sensata ainda acredita na honestidade de Calheiros. O problema é que, no fundamento, a liminar de Marco Aurélio era ilegal e, no que respeita aos valores da democracia, constituía-se um atentado à tripartição do Poder.
Ressalte-se que, num dos casos, Renan só não foi julgado ainda porque o Ministério Público Federal demorou seis anos para oferecer denúncia. Esta permaneceu outras três no Supremo. E tivemos de assistir ao vexame de ver o relator do caso, Edson Fachin, apontar falhas técnicas no processo. Nos 11 outros inquéritos, relativos ao mensalão, com dois anos e meio de Operação Lava Jato, só um resultou até agora em denúncia. Novo vexame: o relator, Teori Zavascki, teve de pedir correção.
O MBL, em manifestação recente, pressionou ambas as instituições para que os processos relativos ao senador tenham um desfecho mais rápido, para que se possam cumprir a lei penal, e o senador, sendo julgado, seja condenado e preso, como determina a lei – o que não é o caso da liminar concedida pelo ilustre ministro.
Outro caso, mais recente e tão ou mais grave, foi o da liminar concedida pelo ministro Luiz Fux, que buscou anular a votação do pacote das medidas propostas pelo Ministério Público. O MBL é absolutamente contra o texto que saiu da Câmara, mas isso não justifica uma interferência do Supremo no processo legislativo, que compete única e exclusivamente ao Congresso Nacional.
Pressionamos para que esse pacote seja enterrado em votação no Senado, que é uma possibilidade determinada pela lei, pela Constituição, diferentemente da decisão do eminente ministro.
Ambas as decisões foram pouquíssimo ortodoxas, sendo apoiadas por alguns que desconhecem o texto constitucional – o que não é o caso dos doutores do Supremo. As repetidas acrobacias para a plateia, executadas em detrimento da lei, só servem à desordem e ao extremismo, não à Justiça.
Já vimos excrescências como essas em outros tempos de histeria ao longo da história, como já dizia o barão de Monstesquieu no já citado “Espírito das Leis”: “Percebemos os abusos antigos, vemos a sua correção; mas vemos também os abusos da própria correção.”
Exigimos – com a devida vênia, é claro! – uma postura republicana do STF, digna do valor dessa instituição. Esquecer a tripartição do Poder e ceder aos gritos dos radicais que parecem querer uma Revolução Francesa tupiniquim é de uma irresponsabilidade sem tamanho.
Sem poderes devidamente separados e autoridades sensatas, não há Justiça. É insanidade acreditar que algum tipo de ordem possa advir do caos institucional. Vale lembrar que, numa das fases da Revolução Francesa, até Robespierre, um fanático cortador de cabeças, perde a cabeça!
O Brasil não precisa disso! Todo apoio à Lava Jato e às instituições democráticas! O MBL reúne pessoas de todas as idades, mas é majoritariamente formado por jovens. Ousamos cobrar que as mulheres e homens maduros da República deem exemplo de serenidade, de sensatez, de respeito às instituições e à Constituição.
Jovens cobrando “ordem” dos maduros parece ferir — e, em certo sentido, fere mesmo — a ordem natural das coisas. Mas a tanto nos obrigam os maus hábitos em curso na República.
Senhoras e senhores, respeitem seus cabelos brancos! Para que possamos respeitá-los!

sábado, dezembro 17, 2016

EM JANEIRO TEATRO SITORNE

Atenção em janeiro no teatro SITORNE no rio vermelho. 4 peças com a direção de Ronaldo Braga.


SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO
DIA 17 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00

SOBRE A PEÇA

A peça SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO, é um drama, onde o surrealismo dos personagens impõe à plateia um distanciamento, possibilitando assim a critica. É, portanto, uma peça eminentemente política, apresentando o discurso sócio - sexual pela ótica da mulher que não aceita amarras e conduz sua vida de acordo com sua própria regra, e do homem que se afirma mulher.
É o macho e o seu mundo macabro e medonho o alvo deste espetáculo que é sim uma verdadeira lição de amor à diversidade e ao respeito ao ser humano.
SEU VESTIDO VERMELHO NÃO MOLHA MAIS O MEU CORAÇÃO não é uma peça em busca de vingança, antes é uma tomada de posição de personagens que não aceitam mais a opressão.
A peça se desenrola em uma atmosfera de pouca luz, cenário escasso, onde o que importa é a intenção que se revela em gestos econômicos e contidos.
TEXTO – Criação coletiva
DIREÇÃO – Ronaldo Braga

QUERO SEU CORAÇÃO RESPIRANDO MINHA LIBERDADE
TEATRO SITORNE
DIAS 18 e 19 de JANEIRO de 2017 ÀS 20 HS
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00

A peça  QUERO SEU CORAÇÃO RESPIRANDO MINHA LIBERDADE, mostra o esgarçamento da família tradicional brasileira, tendo a vida de uma prostituta  e a luta da mulher moderna por mais espaço e igualdade na condução de suas vida na sociedade brasileira, como base deste esgarçamento. A peça apresenta a decomposição do tecido social, e as dificuldades da luta da mulher por sua liberdade e sua condição de ser protagonista na vida política e social no país.
DIREÇÃO - RONALDO BRAGA
DRAMATURGIA - COLETIVA


GRUPO MATA BURROS

APRESENTA
ATRÁS DOS MUROS

DIA 20 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00
SOBRE A PEÇA

Em um jogo de medos, mentiras, armadilhas, declarações de amor  e de  supostas liberdades,
a peça ATRÁS DOS MUROS, apresenta personagens que vivem em crises permanentes e discute a dificuldade da fidelidade e da confiança.
ATRÁS DOS MUROS é uma peça política e com uma acentuada ação psicológica, com traços do surrealismo e do teatro do absurdo, a peça aborda de uma forma não comum  a vida ordinária dos seres humanos que apenas não sabem como encontrar a felicidade e assim acabam destruindo suas humanidades. 
DIREÇÃO          - Ronaldo Braga .
DRAMATURGIA - O grupo

TEATRO DE QUINTA APRESENTA
ATÉ QUANDO?
DIA 26 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20 HS
LOCAL - TEATRO SITORNE
INTEIRA 20.00
MEIA 10.00
SOBRE A PEÇA

 ATÉ QUANDO?,   é uma peça política, um drama, que se apodera do surrealismo e do teatro do absurdo, para de uma forma não comum, discutir a condição da mulher no Brasil e no mundo, não é uma peça de denuncia, antes é um lugar onde a voz da mulher ganha espaço e a condição de ser livre e cidadã não é um pedido, mas sim uma fatalidade, exatamente  em função  da posição assumida pela mulher, que não aceita outra resposta, senão a igualdade e o respeito. A peça não é uma vingança da mulher contra o macho, mas um grito doce da mulher contra o machismo.
Com um Cenário que não é realista, mas teatral e apenas usando o necessário para a trama acontecer, a peça  utiliza de um jogo de luz e sombra e tem como contra tempo,  personagens que saem das sombras e se apresentam como fiadores da dignidade do homem e da mulher, seja negro, gay ou trans.
DIREÇÃO -Ronaldo Braga
TEXTO- CRIAÇÃO COLETIVA